Acessibilidade digital: entenda a importância e como fazer

Acessibilidade é um termo muito utilizado na política para melhorar a forma com que pessoas com alguma deficiência possam utilizar os serviços públicos e se locomover pela cidade.

Que tal ouvir esse texto e já sentir na pele como é fácil aumentar a acessibilidade digital do seu site? Aperte o play acima e experimente.

Você sabe, porém, como esse conceito pode ser empregado na criação de sites e blogs? Nós responderemos, no post de hoje, o que é acessibilidade digital, qual a sua importância e como colocá-la em prática.

Boa leitura!

O que é acessibilidade digital?

Acessibilidade é aquilo que permite que qualquer pessoa possa aproveitar atividades, conteúdos ou produtos oferecidos pela sociedade. Independentemente das limitações físico-motoras, culturais, sociais ou de qualquer outro tipo, uma experiência com o mínimo de interferências deve ser proporcionada.

Entre o grande número de internautas, alguns possuem:

  • dificuldades ou problemas totais na audição ou visão;
  • problemas para utilizar o mouse;
  • acesso apenas a partir de monitores pequenos;
  • internet lenta.

Sendo assim, os idealizadores de um site ou serviço online devem planejar e executar a usabilidade e experiência do acesso de forma a incluir todas as pessoas que tenham alguma necessidade especial.

Além de se basear no direito de que todos possam experimentar uma navegação clara, com possibilidade de comunicação, acesso adequado a formatos que possam auxiliar tais pessoas, há o componente de lucro.

Quem inclui os vários tipos de pessoas — e também suas dificuldades de acesso —, consegue mais visitas e, consequentemente, seguidores. As empresas aumentarão as vendas e melhorarão a imagem que o público tem delas.

Qual é a sua importância?

Assim que pensamos em dificuldades para acesso, lembramos daqueles que possuem problemas visuais. Programas como Jaws auxiliam essas pessoas com a leitura da página, demonstrando até mesmo qual é a descrição de uma imagem e o que ela significa.

Entretanto, para que o sistema funcione adequadamente, os sites devem seguir as boas normas de acessibilidade.

Além disso, outros tipos de problemas visuais, como o daltonismo, por exemplo, precisam ser levados em consideração. A utilização demasiada de verde e vermelho pode criar uma dificuldade para esses visitantes.

Nesse caso, a existência de links em vermelho pode não ser notada pelos usuários, prejudicando sua acessibilidade ao conteúdo. Consequentemente, mais barreiras para interagir com o site.

Há casos em que é difícil, mesmo para visitantes sem limitação, identificar quais são os botões que confirmam ou cancelam uma compra, por exemplo. Os principais indicadores das ações estão confinados à cor.

Como podemos resolver esses tipos de problema que dificultam o acesso à informação dos sites? É isso que responderemos agora!

Como resolver esses problemas de acessibilidade digital?

1 – Usar descrição nas imagens

Para auxiliar aqueles que não podem enxergar, descreva todas as suas imagens e insira o texto alternativo. Lembre-se, porém, de descrever a imagem, e não seu produto ou site.

Assim, os programas especializados poderão dar a eles a real dimensão daquilo que aparece no monitor.

2 – Utilização de textos e marcações, além das cores

É certo que as cores nos transmitem emoções que auxiliam as ações. Entretanto, mais indicativos devem ser fornecidos para que todas as pessoas tenham acesso aos menus. Você pode utilizar imagens que sejam autorrepresentativas, como um ‘x’ para cancelar ou setas para voltar ou avançar.

Além dos daltônicos, aqueles que possuem baixa visão precisam encontrar contrastes de cores entre o plano de fundo e as fontes utilizadas.

3 – Textos disponíveis em áudio

Disponibilizar uma versão do seu texto em áudio auxiliará as pessoas que possuem dificuldade de leitura.

Além disso, essa ferramenta é útil para pessoas que não possuem muito tempo para ler seu conteúdo. Assim, podem apreciá-lo no trânsito, em casa ou enquanto caminham, por exemplo.

Diversos blogs e sites já oferecem textos em áudio, como podemos ver nesses exemplos no blog da Resultados Digitais, no da Rock Content e no Papo de Homem.

 

É preciso melhorar a forma como as pessoas com alguma dificuldade utilizam todos os serviços. Além de ser lei, é uma forma de aumentar o seu público e, para empresas, suas vendas.

Você quer nos ajudar a construir um mundo melhor? Compartilhe este post em suas redes sociais e espalhe a ideia da acessibilidade digital!

COO e cofundador do Vooozer, Mateus é o engenheiro mais de humanas que ele conhece. Apaixonado por mochilões e tecnologia, torce para que tenha wi-fi no hostel. Viaja para se encontrar, se perder, descobrir, inventar e vice-versa.

Girafa alcançando a folhagem de uma árvore.

Como aumentar o engajamento do seu blog em 10 minutos

Você tem um blog, é redator, jornalista, colunista, editor ou algo relacionado a publicações de textos online? Então, muito provavelmente o engajamento dos textos é uma das suas principais preocupações ou ambições – você deseja impactar positivamente o maior número de pessoas dentro de um público-alvo.

Que tal escutar este artigo ao invés de ler? É cômodo, prático e você pode aproveitar para fazer outra coisa enquanto isso, como caminhar, dirigir, arrumar a casa ou passear com o cachorro. Aperte o play acima e experimente!

Atualmente existem inúmeras estratégias e táticas para se aumentar o engajamento de um conteúdo na internet. Este texto vai ensinar uma estratégia complementar, simples e divertida. Isso tudo leva mais ou menos 10 minutos por texto a ser impulsionado.

Essa estratégia gratuita, além de aumentar o engajamento do seu conteúdo, engaja mais o seu público e tem um efeito melhor quanto mais você a aplica. Além disso, praticamente qualquer pessoa pode colocá-la em prática. Não é preciso entender de marketing digital, marketing de conteúdo, SEO e nem nada disso. Só é preciso saber ler e ter uma voz.

Isso mesmo, estamos falando da Narração de Textos, Post em Áudio, Texto em Áudio ou como você preferir chamar. Antes de mostrar os simples passos para se aplicar esse tipo de conteúdo, vamos abordar a lógica por trás da força deste conceito inovador que está ganhando cada vez mais relevância na internet e no dia a dia dos internautas.

Pesquisa

Dentro do universo de pessoas que possuem smartphone ou acesso à internet, quase 90% lê artigos na internet pelo menos uma vez ao dia. Como sabemos, a quantidade de conteúdo interessante na internet é gigantesca. As pessoas estão envolvidas em rotinas cada vez mais aceleradas. Isso resulta em algo frustrante: mais de 70% dos entrevistados não consegue ler tudo que gostariam na internet. Além disso, quase metade deles não faz nada a respeito. Afinal, salvar um link para ler depois e nunca ler, conta como nada.

FREQUÊNCIA DE LEITURA ONLINE 88% das pessoas acessam conteúdos em texto na internet uma vez ao dia ou mais. NÃO É O SUFICIENTE Mesmo assim, 72% das pessoas dizem não conseguir ler tudo que gostariam. E o que fazem a respeito? NÃO FAZEM NADA Dentre os que não conseguem ler tudo, 48% diz não fazer nada a respeito. Que tal ouvir os artigos? HUMANA VS. ROBÓTICA Ao experimentarem ouvir textos narrados, 74% das pessoas preferem narração humana do que a gerada por software (TTS).

Dados de pesquisa elaborada pelo Vooozer

Escutar um texto acaba sendo muito mais cômodo e prático e nos permite aproveitar momentos da nossa rotina em que é impossível ler. Como por exemplo no trânsito, ao caminhar, correr, cozinhar, limpar a casa, passear com o cachorro, lavar roupa, passar roupa e tantas outras atividades nas quais não podemos ler, mas podemos ouvir: consumir conteúdo, nos entreter e aprender.

Ler vs. Ouvir

Um não é melhor do que o outro. Cada pessoa tem suas preferências e cada conteúdo possui um contexto diferente. Algumas pessoas podem preferir ouvir um texto. Outras, podem preferir ler. Também tem gente que ama ler, mas prefere ouvir textos no trânsito quando está sem tempo de ler o que gostaria. Em casos mais específicos, mas também comuns, às vezes uma pessoa prefere ler textos sobre um certo tema. Por exemplo, economia. Mas, quando se trata de outro assunto, como esportes, ela prefere ouvir.

Tabela comparativa de benefícios do texto em áudio.

É indiscutível que escutar textos é cômodo e prático. Isso pode ser feito em inúmeras situações onde a leitura é impossível. Se você gosta de ler no celular enquanto dirige, por favor pare.

Aumentando o engajamento do seu conteúdo

Como a maioria das pessoas não tem tempo nem para ler tudo o que elas gostariam de ler na internet, fica claro o poder do texto em áudio. Além da questão óbvia de aumentar o engajamento do seu conteúdo, uma vez que uma pessoa que deixaria de ler o seu conteúdo pode escutá-lo, temos o ponto do engajamento. Autor e público podem se conectar ainda mais. Ou você nunca ficou curioso em escutar a voz de um colunista que você adora, sentir a emoção no relato de um autor ou captar a real entonação de uma frase irônica que você leu?

Com certeza se você publicar o texto junto com a versão em áudio, mais pessoas em mais situações poderão consumir seu conteúdo. Mas como não existe milagre, não ache que publicar uma versão narrada dos seus textos irá multiplicar os acessos ao seu blog ou site. Essa é uma estratégia complementar com ótimo custo benefício, como você verá a seguir. Outras estratégias continuam sendo necessárias e interessantes para se implantar paralelamente.

Como aplicar a estratégia de textos em áudio em 10 minutos

Agora vamos colocar a mão na massa e explorar como é simples e rápido o processo de dar voz aos seus textos para aumentar o engajamento do seu conteúdo. Confira!

Escolha uma plataforma de áudio

Nós recomendamos escolher uma plataforma de áudio para guardar e distribuir seu conteúdo. A própria plataforma se encarrega de ter espaço para seus arquivos de áudio e entregá-los através de um serviço estável de streaming ou download.

A plataforma que usamos é a do Vooozer, pois ela é especificamente desenvolvida para blogs e sites de conteúdo. O serviço é 100% gratuito. Você pode acompanhar estatísticas valiosas de quanto seu público está consumindo seu conteúdo e todos os meses surgem funcionalidades novas. Inclusive, existe um marketplace integrado na plataforma. Nele, é possível encomendar narrações amadoras e profissionais.

Solte a voz

Neste ponto não vale ter medo nem vergonha. O ser humano se comunica através da fala há muito mais tempo do que através da escrita. Para te ajudar, no estúdio do Vooozer há um pequeno guia de melhores práticas de narração. Não se preocupe em experimentar narrar o que você colocou entre parênteses, narrar o nome do autor do texto ou não, a data e por aí vai.

Você até pode narrar uma palavra ou outra diferente do que está escrito, para passar mais naturalidade. O importante é ser o mais fiel possível ao texto. Isso para que não existam diferenças de entendimento entre ler ou ouvir o texto.

Para saber se você está apto a narrar posts em áudio, responda ao quiz “Você seria um bom narrador amador?”.

Ilustração de um microfone de narração e diversas ilustrações de retratos de pessoas diferentes ao fundo e os dizeres por cima: quiz, você seria um bom narrador amador?

Publique

Print screen da plataforma Vooozer apresentando um Código Embed usado para o engajamento de blogs

Print screen da plataforma do Vooozer apresentando um Código Embed

No caso do Vooozer, não é preciso instalar nada no seu blog ou site e a publicação das narrações é feita através do código de incorporação: uma única linha de código que você copia e cola no HTML da página do seu texto. Esta própria página em que você está é um exemplo: publicada em WordPress, a única coisa que precisamos fazer é colar o código na edição em “Texto” do post (não na “Visual”).

Alguns cuidados ao se publicar o texto em áudio

Certifique-se de colocar o player no topo do seu texto. Assim, seus visitantes saberão dessa opção logo que carregarem a página. Para gerar mais engajamento, faça uma breve chamada antes ou depois do player. Nela, apresente essa opção cômoda ao seu público. Isso ajuda a evitar que uma pessoa confunda o player com um banner ou propaganda. Muitos blogs têm inserido publicidade entre um parágrafo e outro de seus textos. Esse convite ajuda nesse sentido.

Quer envolver seu público ainda mais e receber feedbacks qualitativos? Peça que eles comentem sobre a experiência de escutar seus conteúdos.

Acompanhe os resultados

Na plataforma do Vooozer, por exemplo, você consegue ver quantas Reproduções e  Reproduções Completas (quando a narração é reproduzida até o fim) cada conteúdo seu teve. Ao cruzar esses dados com dados de sistemas como o Google Analytics, você também consegue descobrir qual porcentagem das visitas únicas a um texto resultaram em um consumo do conteúdo em áudio. O que pode ser um indicativo do quanto o texto em áudio está ganhando relevância com seu público.

Cases de sucesso

Como vimos nos dados da pesquisa, a maioria das pessoas não tem tempo para ler tudo que gostariam na internet e isso afeta também grandes blogs e sites. Justamente por isso que referências no mercado de blog já estão oferecendo textos junto com uma versão em áudio, conforme podemos ver nestes exemplos no blog da Resultados Digitais e no da Rock Content.

Além de blogs, grandes site como o Catraca Livre e o Papo de Homem também já possuem posts em áudio.

Em posts da Resultados Digitais, houve engajamento com a versão em áudio em 15% das visitas e consumo completo da narração em 5% das visitas. No caso da Rock Content, em um único post a versão em áudio engajou 2.000 reproduções em apenas 3 meses. Em outro texto, o Tempo Médio de Permanência na Página aumentou em 16% após ser incluída a versão em áudio no post.

Rotina e conclusão

Da mesma maneira que revisar um texto de acordo com as melhores práticas de SEO já virou rotina na vida de tantos redatores, blogueiros e editores, o texto em áudio está conquistando cada vez mais o seu espaço. Um dos principais motivos disso é o seu custo benefício:

  • Digamos que se demora pelo menos 2 horas para se escrever 500 a 700 palavras
  • Uma vez que o texto está pronto, com um pouco de prática, narra-se 500 a 700 palavras em menos de 10 minutos
  • Depois é só enviar para a plataforma da sua escolha e publicar junto ao seu texto

Não perca tempo e experimente aumentar o engajamento dos seus textos agora mesmo. Cadastre-se e conte-nos sua experiência nos comentários.

As mais de 70% de pessoas que não conseguem ler tudo que gostariam na internet agradecem.

CEO e cofundador do Vooozer, é apaixonado por ideias, tecnologia, games, cervejas e pela Tuti. Sonha acordado e dormindo com essas coisas e vira e mexe tira algo do papel, esse texto é um exemplo.

Como se aproximar do seu público: conteúdo em áudio!

Saber quem é o seu público é um dos princípios básicos para toda estratégia de produção de conteúdo para blogs. É por meio dessa definição que você vai ter noção dos interesses, problemas e dúvidas da sua audiência, fazendo o melhor para se aproximar dela com a criação de materiais personalizados. Mas você já pensou em utilizar conteúdo em áudio para conseguir essa aproximação?

Que tal ouvir esse texto ao invés ler? É só apertar o play acima e aproveitar essa comodidade.

No post de hoje, vamos ver os motivos pelos quais esse tipo de conteúdo pode fortalecer a conexão com os seus seguidores e aumentar o engajamento deles com seu blog. Acompanhe!

1. Traz para perto os leitores mais atarefados

Hoje em dia, com a disponibilidade e acesso rápido à Internet, somos bombardeados por informações o tempo todo. Esse excesso de informação, aliado à falta de tempo, são os principais fatores que dificultam o consumo de conteúdo da maneira que as pessoas desejam ter.

Segundo a nossa pesquisa, 88% das pessoas acessam conteúdos em texto uma vez ao dia ou mais na internet. Enquanto isso, 72% dizem não conseguir ler tudo que gostariam. E é justamente para esse público que o conteúdo em áudio pode interessar mais.

Como até mesmo grandes blogs possuem público atarefado que deixa de ler artigos do seu interesse, já podemos encontrar textos em áudio em blogs que são referência de mercado. Veja aqui um exemplo no blog da Resultados Digitais e outro no da Rock Content.

Enquanto um texto exige que o leitor olhe para a tela e se concentre na leitura, um material no formato de áudio pode ser ouvido enquanto a pessoa dirige, faz exercício, cozinha, etc.

2. Humaniza o seu conteúdo

É claro que os textos são uma ótima maneira de transmitir informações, mas eles têm a desvantagem de não incluir a emoção que uma voz é capaz de emitir. Um narrador consegue se comunicar com um tom de voz e interpretação apropriados aos objetivos e contexto do conteúdo.

Por exemplo, quando ouvimos uma gravação com apenas uma voz, temos a impressão que a pessoa está falando diretamente conosco. É o tipo de intimidade que pode superar até mesmo a proximidade que os conteúdos em vídeo conseguem passar.

Toda essa sensação de estar em uma conversa humaniza o processo de consumo de conteúdo e estabelece uma confiança das pessoas com o autor do blog ou a empresa responsável. Além disso, é uma forma acessível de comunicação, estreitando o seu relacionamento também com pessoas com limitações visuais.

3. Facilita a compreensão e memorização do seu público

Com todas essas vantagens, o conteúdo em áudio acaba criando o envolvimento ideal para proporcionar uma fácil compreensão das informações. Compare, por exemplo, a diferença entre acompanhar uma linha de pensamento escrita e uma falada. Ouvir uma explicação sobre um raciocínio exige muito menos esforço.

Sem contar que um material narrado tem o potencial de se tornar marcante, ficando na memória do ouvinte.

Se o seu blog tem informações de qualidade e você quer mais engajamento com o público, que tal criar conteúdo em áudio com base no que você já publicou? Afinal, o texto você já tem e para narrar 500-1.000 palavras você não deve demorar nem 10 minutos. Com todos os benefícios que vimos aqui, você será capaz de atingir ótimos resultados!

Curtiu saber mais sobre o poder que o conteúdo em áudio tem de aproximar o público do seu blog? Então, assine a nossa newsletter para receber mais artigos como esse no seu e-mail.

COO e cofundador do Vooozer, Mateus é o engenheiro mais de humanas que ele conhece. Apaixonado por mochilões e tecnologia, torce para que tenha wi-fi no hostel. Viaja para se encontrar, se perder, descobrir, inventar e vice-versa.

Plugin e embed: qual a diferença e quando usá-los?

Plugin e embed. Você não encontra essas palavras no dicionário da língua portuguesa, mas certamente já as ouviu por aí.  Ambas fazem parte do universo da tecnologia e do mundo digital.

Que tal ouvir essa matéria ao invés de ler? Basta clicar no play acima para experimentar.

Traduzindo do inglês, plugin significa inserção, encaixe. Já embed, incorporar. Pareceu a mesma coisa para você? Pois saiba que existem muitas diferenças entre plugin e embed. Veja todas elas neste post!

Plugin

O plugin é uma aplicação que adiciona uma nova característica ou funcionalidade a um software. Ele é um tipo de complemento e, hoje, a grande maioria dos programas trabalha essas ferramentas.

Por meio de um plugin, desenvolvedores externos também podem dar sua contribuição a um software.

Eles resolvem uma série de problemas: imagine se toda vez que você precisasse de um novo recurso tivesse que procurar por outro software!

O plugin, em geral, é leve e não compromete o funcionamento do programa principal, além de ser fácil de utilizar, instalar e desinstalar. Como é relativamente comum encontrar plugins com erros, não se preocupe se tiver que removê-lo. Procure outro plugin com função similar e fique atento às avaliações dos usuários.

Como utilizar

Para instalar um plugin é sempre necessário fazer o download dele.

Em plataformas de sites, como WordPress, um plugin serve para adicionar algumas funcionalidades ou características básicas, como incorporar botões ou modificar sua estética. Ele também pode inserir funções mais avançadas, que vão, por exemplo, otimizar o desempenho do blog ou protegê-lo de spam nos comentários. Assim você economiza tempo ao cuidar do seu blog.

Como exemplo, existem milhares de plugins disponíveis para o Photoshop. Eles podem ajudar a simplificar a criação de um efeito ou edição específica. Nesse caso, o usuário conseguirá ganhar tempo, realizando com praticidade uma tarefa complicada.

Navegadores como Chrome e Firefox também ganham muito com a adição de plugins. Eles ajudam a exibir diferentes tipos de conteúdo, como arquivos de vídeo, animações, formatos em Java, PDF, Quicktime, entre outros. Alguns desses plugins são essenciais para acessar certos sites, como os de bancos ou de jogos online.

Embed

Diferentemente do plugin — que, como vimos, é um componente externo ao software original — o embed é incorporado diretamente em um site ou blog.

Ele serve para incorporar conteúdo em uma página da internet, como vídeos, podcasts, posts de redes sociais, narrações de texto (como neste exemplo no blog da Resultados Digitais) e etc. Os embeds tornam a página muito mais atrativa e dinâmica, além de estimular a interação do visitante.

Por meio do embed — que costuma ser uma única linha de código — você pode até fazer uma transmissão ao vivo pelo seu site ou incorporar vídeos, como do YouTube. Imagine que, ao citar um livro em seu texto, você pode postar junto um vídeo do próprio escritor falando sobre sua obra.

Ainda há a possibilidade da incorporar áudios, um recurso que oferece praticidade ao leitor, que pode ouvir tal conteúdo enquanto realiza outras tarefas. Esse formato de mídia que está em alta, inclusive, humaniza a relação entre o visitante e o site.

Como utilizar

No geral, quando você desejar incorporar algum conteúdo em seu site ou blog, basta procurar por opções de “código embed” ou “código de incorporação”.

No YouTube, selecione a opção “compartilhar” e, em seguida, a opção “incorporar”. Copie o código e cole-o no seu site ou blog.

Já no Facebook, escolha o post que deseja incorporar e clique na seta que está no canto direito da publicação. Selecione a opção “incorporar”. Copie o código e cole-o em seu site ou blog.

No caso de áudios de textos narrados, cadastre-se em uma plataforma de áudio e acesse o gravador ou uploader. Em seguida, faça a narração na plataforma ou o upload da gravação. Copie o código do player e cole-o em seu site ou blog.

Por fim, plugin e embed

Enfim, há muitas possibilidades de oferecer ao seu leitor uma nova experiência com conteúdo incorporado. Como você viu, o processo é similar para diferentes tipos de conteúdo. Inove e surpreenda seus leitores!

Agora que você já sabe que há muita diferença entre plugin e embed, siga-nos no Facebook e fique por dentro de outras dicas que vão deixar o seu site ou blog irresistíveis!

COO e cofundador do Vooozer, Mateus é o engenheiro mais de humanas que ele conhece. Apaixonado por mochilões e tecnologia, torce para que tenha wi-fi no hostel. Viaja para se encontrar, se perder, descobrir, inventar e vice-versa.

Como dar nome à sua empresa: Vooozer ou Voozer, eis a questão

Vooozer ou Voozer? Dar nome para empresa não é fácil. Além de ser um desafio, nomear algo ou alguém é, muitas vezes, uma arte. Criatividade, originalidade, clareza, orçamento, sonoridade e empatia são apenas alguns dos fatores que podem ser levados em consideração no processo de se criar um nome para uma empresa, marca, produto ou serviço.

Antes de você começar a ler, te faço uma sugestão: que tal ouvir esse artigo ao invés de ler? Basta apertar o play acima.

Eu gosto de escrever mais sobre experiências próprias. Então, vou contar como foi dar nome ao Vooozer. Espero que minhas dicas também sejam úteis para você no processo de se nomear algo.

Afinal de contas, o que você deve levar em consideração ao nomear empresas e produtos e por que chamamos Vooozer e não Voozer? Acompanhe e entenda.

Nome pra quem?

O primeiro nome não foi tarefa complexa. Para dar vazão ao nosso sonho e para termos um Norte inspirador, o Mateus (meu sócio) e eu sabíamos que um nome temporário já seria suficiente. Afinal, precisávamos apenas de um nome para usarmos internamente e para facilitar nossa comunicação. Em uma das primeiras conversas surgiu o “Daplay” (alusão a “dar play”, ou seja, apertar play e escutar um artigo online). Nós já podíamos nos comunicar mais facilmente, depositar nossas emoções em algo nosso e seguir com nosso projeto.

No processo de criar um nome para uma empresa, produto ou serviço, pergunte-se “para quem é esse nome?”. Quem vai usar esse nome? Quem irá pronunciá-lo? Nós, do Vooozer, já nascemos com sede de alcançar o mundo todo. Então, nos inspiramos em marcas como a Sony, cuja pronúncia não é tão afetada em diferentes idiomas. Por exemplo, um estrangeiro costuma ter dificuldade em pronunciar a marca Havaianas.

Também nos preocupamos bastante com a imagem e sensação que queríamos passar. Por nossos serviços se tratarem de algo inovador, queríamos um nome moderno que remetesse à tecnologia.

Em resumo: atente-se ao público que irá consumir, pronunciar e escrever o nome em questão. Não deixe de lado a mensagem ou sensação que você quer passar. Pense em detalhes como: facilidade de pronúncia, facilidade de escrita, similaridade com outras marcas, similaridade com palavras que já existem e a sonoridade. Tem nomes que simplesmente são gostosos de se falar ou de se ouvir. Ainda há aqueles que passam uma sensação específica.

Nome pra quê? Vooozer ou Voozer?

Quando eu chamei o Mateus para ser meu sócio no Vooozer, não existia Vooozer. Era “projeto”, “a ideia”, “startup” ou no máximo “plataforma de áudio”. Assim como um bebê que sequer tem um apelido antes de ter nome, com o nosso bebê, o Vooozer, não foi diferente.

Como eu disse, a necessidade de darmos um nome tinha motivos óbvios, como facilitar a comunicação e praticidade, mas a ansiedade também estava pesando. Afinal, o Vooozer é um marco na minha vida e na do Mateus. Com qualquer nome, nasce uma identidade, uma gaveta vazia pronta pra ser preenchida com memórias, emoções e sensações.

Sabíamos que, inevitavelmente, iríamos atrelar diversas emoções e memórias ao nome da nossa empresa. Percebemos que o mesmo aconteceria com nossos futuros usuários, clientes e o público geral. Nome é pra isso. É pra resumir tudo que você sabe e sente sobre algo.

E não é só pra isso. Existem cenários muito diferentes. A empresa será um produto, como o Tinder que é um aplicativo? A empresa terá vários produtos, como a Apple? A empresa terá um guarda-chuva de serviços similares, como o Uber? E como será sua aquisição de clientes? Como as pessoas ficarão sabendo que sua marca existe?

Nós sabíamos que muita gente seria exposta à nossa marca na internet. Então, nos preocupamos com como as pessoas pronunciariam nosso nome em suas mentes ou em conversas sem nunca terem ouvido ninguém falar nosso nome. Refletimos bastante sobre isso quando cogitamos o nome “Voozer”.

– Você já viu esse tal de Vózer?

– Vózer? Eu achei que se falasse Vôser.

– É Vooozer ou Voozer?

Queríamos que nosso nome fosse o nome para tudo. Nosso site, produto, plataforma e player. Imaginem o quanto a gente bateu cabeça até ficarmos satisfeitos com o resultado final.

Em resumo: faça uma lista de todos possíveis contextos em que o nome será usado. Em uma conversa, como pessoas que nunca ouviram sua marca a pronunciariam? Será que alguém ficaria com receio de pronunciá-lo errado? As pessoas irão procurar o nome da empresa na internet? Sua campanha de awareness será principalmente em áudio, vídeo ou texto? O nome será também o domínio da internet? Você pretende ter vários produtos ou serviços diferentes? Como você imagina que será o primeiro contato das pessoas com o nome?

 

Fatores decisivos

Dar nome ao nosso sonho é algo empolgante e muitos nomes possíveis parecem atraentes. Por isso, foi realmente difícil criar um nome que fosse aprovado em todos (ou na maioria) dos fatores decisivos. Até porque, para nós, não adiantaria se um nome fosse fácil de falar mas muito difícil de se escrever ou soletrar.

Mãos de uma mulher colando post-it no vidro do escritório.

Os fatores decisivos que eu listei são questões objetivas que, no geral, não estão no nosso controle. Eles podem ser fortes impeditivos na escolha de um nome.

Abaixo, listo fatores que podem acabar vetando a possibilidade de um nome para empresa. Tudo depende do quanto esse fator é decisivo para sua empresa ou projeto.

 

Presença online do nome para empresa

Domínio na internet – existe algum domínio disponível na internet para o nome? Seja .com, .com.br ou outro que você julgue adequado.

SEO – digite o nome proposto e suas variações em um sistema de busca como o Google. Quais são os primeiros resultados? São de um possível concorrente? Quase não há resultados? São resultados de sites relacionados ao seu mercado?

Facilidade de escrita – se uma pessoa falar para um amigo sobre a sua empresa, esse amigo saberá escrever o nome da sua empresa corretamente? Se for necessário soletrar, é rápido e fácil? Se a pessoa pesquisar o nome escrito errado em um sistema de busca como o Google, quais os resultados?

 

Questões legais

Geral – antes mesmo de falar com um advogado, pesquise na internet se já existe alguma empresa ou produto usando o nome que você deseja usar para o seu negócio. Principalmente se o seu negócio for online, ligado à tecnologia ou demande forte presença online, lembre-se de pesquisar pelos possíveis nomes nos principais sistemas de busca, nas lojas de aplicativos como App Store e Google Play, no YouTube e nas principais redes sociais.

Registro de marca – verifique com um advogado ou profissional da área a melhor maneira de descobrir se já existe alguma empresa ou produto usando o nome que você deseja usar. Pesquise na internet e em sites de outros países. Lembre-se de avaliar, com profissionais da área, a necessidade de você registrar o nome da sua empresa ou marca. Registros em nome de pessoa física podem sair por menos de 200 reais cada.

 

Orçamento

Terceirização – caso você contrate alguém ou alguma empresa para criar o nome do seu negócio ou marca, atente-se ao serviço contratado, como prazo, condições de pagamento e o que é incluído na contratação: consultoria, pesquisas, logomarca, manual de uso da marca e eventual registro nos órgãos devidos ou se apenas um nome. O combinado não sai caro.

Faça você mesmo – caso você opte por criar o nome sozinho, com seu sócio ou alguma equipe sua, atente-se a critérios objetivos. Não deixe que as discussões caiam muito na questão do “gosto não se discute”. Por mais que eu ache essa afirmação válida, o nome de uma empresa ou uma marca têm todas condições de ter um embasamento que o suporte, muito além da questão de gosto. Estime o esforço necessário e a demanda de horas de trabalho e avalie, pois fazer você mesmo não significa que vai sair de graça. Seu tempo e energia valem dinheiro.

Domínio – existe um amplo mercado, nacional e internacional, de compra e venda de domínios da internet. É bem possível que nenhuma empresa tenha registrado uma marca que você criou, mas alguém já tenha comprado os domínios .com ou .com.br para esse nome que você quer usar. No meu dia a dia, vejo muitos blogs que optaram por um domínio .com, porque o equivalente em .com.br já tinha dono. É importante diferenciar os casos onde outra pessoa realmente usa o domínio que você queria comprar, ou um domínio parecido, dos casos onde simplesmente uma pessoa ou empresa já comprou tal domínio, não o utiliza e está apenas tentando vendê-lo.

 

Conclusão e finalmentes

Deu pra ver que dar nome não é algo simples e, ao mesmo tempo, não precisa ser questão de gosto. Dá pra ter bastante embasamento na decisão, usar critérios objetivos e perguntas para te ajudar a chegar num nome ideal para o seu projeto.

O nosso querido Vooozer, por exemplo, podia ter se chamado Daplay, Voozer, Voicer, ListenUp, ListenApp ou Narr. Mas, como tínhamos algumas semanas para a decisão final, aproveitamos para dar tempo ao tempo, consultar familiares, pessoas do ramo e amigos. Às vezes passávamos alguns dias namorando mais fortemente uma certa opção, pra ver se a gente se acostumava com ela e o que sentíamos, pois eu acredito fortemente que nomes e emoções andam juntos.

Uma mão coloca a última peça em um quebra.

Nos finalmentes, ficamos bem felizes e satisfeitos com “Voozer”. Foi aí então que alguns fatores decisivos nos fizeram optar por Vooozer. Acontece que já existia uma empresa na Espanha que tinha usado “Voozer” no passado e até tinham uma página no Facebook, mesmo que abandonada.

Fora isso, quando fomos comprar o “voozer.com” ou outros domínios adequados, todos já custavam mais de 200 dólares ou já estavam nas mãos de pessoas que os compraram com o único intuito de vendê-los por preços mais caros. Como a limitação é a mãe da criatividade, começamos a namorar a opção com 3 “ós” e nos apaixonamos por “Vooozer”.

Uma coisa leva a outra, nossos familiares, pessoas do mercado e amigos gostaram, o domínio .com e .com.br estavam pelo preço de tabela (que costuma ser bem acessível) e não havia praticamente nenhuma menção na internet, YouTube, redes sociais ou lojas de aplicativos ao termo “Vooozer”.

Quer saber, acho que demos a maior sorte. Nosso logo com 3 “ós” ficou sensacional, na minha opinião, é claro, e acho que deu um toque de originalidade e ousadia. No mais, quando nos indagam sobre nossa marca, sempre respondemos “sabe como é, a letra “ó” estava em promoção, então compramos 3 de uma vez”.

Espero que minha experiência e esse artigo te ajudem no seu desafio de dar nome para empresa, marca, produto, projeto, serviço, blog ou o que for.

Se você tiver alguma dúvida, quiser concordar, discordar, acrescentar algo ou contar sua experiência, deixe um comentário. Será um prazer poder te ajudar mais e aprender com a sua experiência.

CEO e cofundador do Vooozer, é apaixonado por ideias, tecnologia, games, cervejas e pela Tuti. Sonha acordado e dormindo com essas coisas e vira e mexe tira algo do papel, esse texto é um exemplo.