5 dicas de como passar feedback negativo para sua equipe

Um líder tem que planejar ações, coordenar tarefas, mensurar resultados e orientar equipes. Todas essas funções, para que gerem resultados para uma empresa, precisam do engajamento dos colaboradores. Para isso, é necessário dialogar com eles e saber como passar feedback negativo.

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Ao contrário do retorno positivo, as críticas costumam ser aceitas com mais dificuldade e, por isso, precisam ser transmitidas com cuidado e de maneira empática. Afinal, não se trata apenas de uma repreensão, mas de um mecanismo que pode tirar o melhor das pessoas e evitar que erros aconteçam — ou voltem a acontecer.

Quando oferecidos corretamente, os feedbacks negativos ajudam na formação de profissionais mais preparados para lidar com os desafios diários e superar as mais diversas crises que possam surgir no ambiente de trabalho — um processo bastante necessário para o desenvolvimento de qualquer empresa.

Porém, é preciso estar preparado para ter esse tipo de diálogo com seus colaboradores, um processo que exige muito jogo de cintura, paciência e capacidade de trabalhar em equipe. Neste artigo, vamos dar algumas dicas de como passar feedback negativo. Ficou curioso? Então não deixe de acompanhar os próximos parágrafos!

1. Use um vocabulário positivo

O assunto é delicado e, por isso, não deve ser focado apenas nos pontos negativos. Saiba usar os elogios, já que eles tendem a reforçar bons comportamentos e a motivar as pessoas muito mais do que as repreensões. Dessa forma, as críticas devem ser passadas sempre de forma construtiva.

2. Não exponha o colaborador

O colaborador já está tendo o seu trabalho avaliado e recebendo críticas por suas ações. Fazer isso na frente da equipe é mais do que expor esse funcionário e pode fazê-lo se sentir humilhado também. Além disso, essa ação não trará bons resultados, pois o feedback não será entendido como um retorno construtivo.

3. Mantenha o respeito e a transparência

Parte do que foi citado nos tópicos acima trata do respeito — uma qualidade que é esperada de um líder. Na hora de indicar a um trabalhador o que precisa ser melhorado, faça isso com clareza, empatia e transparência. Mais do que chefe, você é uma referência para seus funcionários e precisa dar o exemplo.

4. Tenha dados de apoio

De nada adianta passar um feedback negativo e não ter dados que possam fundamentar suas observações. Toda crítica precisa de um embasamento — até mesmo para ajudar as pessoas a visualizarem qual ponto deve ser trabalhado Utilize metas, objetivos e métricas de produtividade para exemplificar suas colocações.

5. Explique o que espera no futuro

Além de mostrar onde o colaborador errou ou o que poderia ter feito melhor, também é preciso indicar o que a empresa espera dele no futuro. Para isso, estabeleça novas metas, objetivos e métricas de avaliação. Sem eles, não será possível fazer novas cobranças e estabelecer critérios de avaliação da sua equipe. Lembre-se: o diálogo é sempre importante.

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COO e cofundador do Vooozer, Mateus é o engenheiro mais de humanas que ele conhece. Apaixonado por mochilões e tecnologia, torce para que tenha wi-fi no hostel. Viaja para se encontrar, se perder, descobrir, inventar e vice-versa.

5 dicas indispensáveis sobre como criar pautas para seu blog

Homem de óculos em frente ao computador tomando café e envolto por um bloco de notas, livros, página de pesquisa online, um ceŕebro com engrenagens e uma outra tela de computador.

Os sites e blogs são fundamentais para uma estratégia de marketing digital que envolva a produção de conteúdo, afinal, é nessas plataformas que serão publicados os artigos e as matérias da empresa. Porém, antes de sair publicando textos na internet, é preciso saber como criar pautas.

É comum que as pessoas acreditem que a produção de texto se restringe apenas à criatividade, inspiração e habilidade com as palavras.

Mas, na verdade, bons artigos também dependem de um planejamento que oriente o redator quanto aos objetivos da estratégia e as especificidades da redação — como linguagem, por exemplo.

É justamente a pauta que funciona como esse guia de redação. Sem ela, a abordagem para um texto se torna bem ampla e permite que o escritor siga caminhos ou utilize linguagens que não são ideais.

Dessa forma, a estratégia de marketing fica comprometida e os resultados podem não sair como o esperado.

Nos próximos parágrafos, preparamos um passo a passo de como criar pautas de qualidade para os seus artigos. Confira!

1. Escolhendo assunto para criar pautas

Uma pauta começa pelo assunto a ser abordado. É preciso conhecer bem o tema para poder definir o melhor caminho para a redação.

Para isso, é importante pesquisar muito: leia outros artigos e consulte sites e blogs. Além disso, assista vídeos, busque pelos especialistas da área, assim como outras possibilidades.

Essa pesquisa ajudará a perceber o que está sendo falado sobre o tema escolhido. Essa percepção pode gerar insights sobre novas abordagens em relação ao assunto. A partir daí, as ideias para um texto começam a surgir. Além, é claro, de fornecer boas referências para passar aos seus redatores.

2. Criando o título

Assim como na redação de um artigo, é aconselhável que o título da pauta seja feito por último. Isso é válido pois ele é um elemento de grande importância. O título é o primeiro contato do leitor com o texto. Dessa forma, ele deve conseguir chamar a atenção das pessoas e despertar curiosidade sobre a leitura.

Pense na quantidade de artigos sobre o mesmo tema que existem na internet. Então, procure fazer um título que faça com que o seu texto se destaque em meio a todas essas informações.

Além de chamar atenção, o título de um post também é importante para o ranqueamento nos buscadores da internet.

3. Definindo palavra-chave

A pauta é um guia estratégico para um artigo. Entre as estratégias de conteúdo está a utilização de palavras-chave. Elas otimizam o texto e o ajudam a obter melhores posições em sites como Google.

Assim, as palavras-chave devem ser escolhidas com cuidado para que o seu conteúdo seja bem ranqueado nos buscadores, alcance o seu público-alvo e se mostre relevante para eles.

4. Desenvolvendo descrição

É nesse momento que você dirá para o seu redator o que deseja com o texto. A descrição geral da pauta deve ser simples, objetiva e completa. Assim, o redator poderá compreender os objetivos do artigo e produzí-lo conforme o esperado.

Lembre-se: a produção de conteúdo precisa estar alinhada à sua estratégia de marketing digital para alcançar os seus objetivos. A pauta é essencial para que o escritor não se perca diante das possibilidades que se abrem na hora de escrever um artigo.

5. Decidindo CTA

Seus textos devem ser finalizados sempre com uma chamada para ação (call to action ou CTA em inglês) com o intuito de estimular os leitores a terem reações específicas após consumirem o seu conteúdo. Esse CTA deve ser definido na pauta para que o artigo tenha o devido fechamento.

A chamada para ação também é bastante estratégica e pode envolver convites para fazer comentários, compartilhar o conteúdo nas mídias sociais, acessar outros artigos do seu blog, baixar algum e-book ou outra ação.

Gostou deste artigo sobre como criar pautas? Então não deixe de conferir este texto sobre como escrever um artigo perfeito!

 

CEO e cofundador do Vooozer, é apaixonado por ideias, tecnologia, games, cervejas e pela Tuti. Sonha acordado e dormindo com essas coisas e vira e mexe tira algo do papel, esse texto é um exemplo.

Como fazer home office de uma maneira produtiva? Descubra!

Levantar cedo, se arrumar, enfrentar o trânsito, lidar com a rotina do escritório, bater ponto e, novamente, percorrer as engarrafadas ruas da cidade… esse é o dia a dia de muitos brasileiros que trabalham fora. É possível, no entanto, ter um modelo de trabalho bem menos extenuante. Você já sabe, por exemplo, como fazer home office?


Que tal descansar um pouco a vista ou aproveitar melhor o trânsito? Aperte o play e ouça o artigo!

Pensando nisso, no post de hoje vamos apontar algumas das principais vantagens e desafios de quem decide fazer de um cantinho da sua casa o seu escritório. Claro que também trouxemos dicas de como superar esses desafios. Para entender mais sobre o assunto, continue a leitura do artigo:

Como funciona o home office?

O conceito de home office é aplicado por aqueles que trabalham em suas próprias casas ou em espaços alternativos, como cafés e locais de coworking. Normalmente, trata-se de um método usado por profissionais freelancers, autônomos ou que atuam em empresas que permitem isso.

Dessa forma, os escritórios caseiros são excelentes alternativas para aquelas pessoas que estão começando seus próprios negócios e buscam por um modelo que fuja da fórmula tradicional utilizada por grande parte das empresas — o que traz uma nova concepção para o setor empresarial e ajuda a estimular a economia.

Além disso, o home office permite que as empresas contem com colaboradores que não precisam estar inseridos no escritório central para desenvolverem suas tarefas, gerando economia para o negócio com a redução do espaço físico (aluguel), contas de energia e água, compra de equipamentos, entre outros fatores.

Vantagens do home office

Trabalhar em casa permite que a pessoa esteja em um ambiente conhecido e no qual ela se sente confortável. Também possibilita maior flexibilidade de horário ao adaptar a jornada de trabalho conforme os compromissos profissionais e a disponibilidade do trabalhador.

E os benefícios não param por aí. Existem outras vantagens que tornam esse modelo bastante atraente, como:

  • maior proximidade com a família;
  • independência na execução das tarefas diárias;
  • menos estresse com o trânsito das cidades;
  • melhor controle da alimentação e hábitos mais saudáveis;
  • liberdade profissional;
  • aumento da qualidade de vida;
  • privacidade em sua rotina;
  • definição dos próprios horários de trabalho.

Com tamanhas vantagens, é normal que o home office seja um modelo de trabalho almejado por muitos profissionais.

Essa rotina pode trazer benefícios e comodidade, mas, por outro lado, também se torna um desafio para que as pessoas consigam manter a produtividade sem prejudicar o desenvolvimento de suas carreiras.

Dificuldades do home office

Se por um lado as vantagens são bastante atrativas e prometem uma rotina profissional mais saudável, por outro, o home office possui também o seu lado negativo. Caso a pessoa não estiver preparada para encarar esse novo estilo de vida, é possível que acumule os seguintes prejuízos à sua carreira:

  • aumento do fluxo de trabalho;
  • tendência ao isolamento social;
  • falta de atualização profissional;
  • redução do networking;
  • ambiente de trabalho confinado e com pouco relacionamento interpessoal;
  • distrações com os assuntos domésticos;
  • baixa produtividade devido às distrações da casa;
  • perda da qualidade de trabalho devido à redução da cobrança.

Em prol da produtividade

Como você pode perceber, o modelo de trabalho que mais parece um sonho para muitos profissionais pode se tornar um grande pesadelo se não houver um planejamento correto do home office. O maior desafio enfrentado por esses trabalhadores é assegurar um bom ritmo produtivo sem que se perca qualidade.

Para evitar situações ruins ou prejuízo à rotina profissional, é necessário ter organização, disciplina, dedicação e força de vontade, além de prestar atenção nas boas práticas de como fazer home office. Separamos algumas delas a seguir:

Vá com calma

Não é porque você trabalha em casa que todo o seu tempo precisa ser dedicado à sua atividade profissional. Ao contrário do que possa parecer, é necessário criar uma rotina e estabelecer o seu horário de trabalho. Não importa se é durante o dia ou à noite, é importante ter isso bem claro em seu planejamento.

Além disso, evite acordar e ir direto para o trabalho. Antes de se sentar no escritório, procure fazer alguma atividade que não seja profissional: tome um bom café ou faça exercícios físicos. Isso te ajudará a ficar mais disposto e focado em suas tarefas.

Crie o hábito de fazer checklists

Quem já trabalhou em um escritório sabe que é difícil esquecer algum afazer, já que sempre terá alguém te cobrando. Com o home office, no entanto, existe bem mais liberdade e as cobranças são bem menores — o que exige muita disciplina e proatividade por parte do profissional para manter as tarefas em dia.

A melhor forma de assegurar que isso aconteça é criando o hábito de fazer um checklist. Dessa forma, tenha um bloco ou agenda em que anote tudo o que precisa fazer. Ao final de cada dia, corte o que foi executado e acrescente novas tarefas. Isso fará com que você possua um bom controle do seu trabalho e menos chances de perder algum prazo.

Fuja das tentações

Em um canto da sala tem uma TV pedindo para ser assistida. Em outro, uma estante de livros cheia de novidades. No computador, o seu jogo preferido e uma fase que precisa ser passada ou, quem sabe, até mesmo o namorado ou namorada no sofá querendo aproveitar a sua flexibilidade e passar um tempo extra junto.

As tentações estão por todos os lados e se render a elas é um sinal de que a sua produtividade vai cair. Sendo assim, procure criar um ambiente específico para trabalhar e deixe as distrações do lado de fora da porta. Se divide a casa com outras pessoas, informe o horário em que estará trabalhando para não ser incomodado.

Conheça seus próprios limites

Trabalhar mais definitivamente não é sinônimo de trabalhar melhor. No final, o que importa é a qualidade do material a ser entregue — e isso está bastante associado à dedicação e foco entregues àquela atividade. Sendo assim, não deixe tarefas para depois e procure não acumular projetos demais em execução.

Trabalhar 10h ou 12h por dia pode acontecer vez ou outra, mas quando recorrente acaba por gerar estresse e afetar a sua qualidade de vida. Conheça quais são os seus limites e se planeje para não prejudicar a produtividade.

E você, gostou deste artigo sobre como fazer home office? Então deixe um comentário contando as suas experiências ou dúvidas sobre esse modelo de trabalho!

CEO e cofundador do Vooozer, é apaixonado por ideias, tecnologia, games, cervejas e pela Tuti. Sonha acordado e dormindo com essas coisas e vira e mexe tira algo do papel, esse texto é um exemplo.

Ilustração de um tiranossauro rex frente a um laptop

Dicas para melhorar seu blog sem mexer nele

Melhorar seu blog é um exercício constante. Você, que possui ou está montando um, já deve saber disso. Um blog nunca fica realmente “pronto”, por assim dizer. Sempre há novidades e experimentos a serem testados, desde layouts, assuntos a serem abordados ou diferentes formatos de conteúdo.

Ouça essas dicas e aproveite para descansar a vista. Aperte o play e aproveite!

A lista ainda vai longe. Podemos falar de navegabilidade, velocidade de carregamento, widgets, design e mais. Mas, reparem que todas esses tópicos possíveis de como melhorar seu blog requerem que você mexa nele.

Por outro lado, muita coisa pode mudar para melhor, para que você atinja melhores e maiores resultados com o seu blog, sem que você precise mexer nele. Confira como!

Como melhorar seu blog sem mexer nele

Um blog é um projeto e, como praticamente qualquer projeto, quanto melhor sua gestão, melhores serão seus resultados. A gestão de um blog pode envolver muitas coisas, dependendo do tamanho do blog, da equipe, seus objetivos e tantos outros fatores.

Qualquer blog que queira crescer e melhorar deve estar atento à sua gestão, ou seja, como ele é gerenciado. Mas não pense que irei falar de questões super técnicas que, na prática, são confusas ou não fazem sentido.

Cachorro com dois donos morre de fome

É importante que seu blog tenha um líder, alguém explicitamente responsável por ele e seus resultados. Caso seja um blog corporativo, por exemplo, é necessário definir quem da empresa, ou da área de marketing, é responsável por ele.

Isso evita aquelas situações onde uma pessoa joga a responsabilidade para outra, além de evitar que alguém ache que outra pessoa era quem deveria ter se preocupado com a meta de leads do mês. Aliás, estipular metas é uma ótima maneira de melhorar seu blog sem mexer nele. Metas podem proporcionar direcionamento e inspiração para a equipe.

Tendo um líder responsável pelo blog, todos no projeto passam a saber com quem devem falar em caso de dúvidas, sugestões ou qualquer outro assunto relacionado ao blog. O líder não precisará resolver tudo, ele poderá simplesmente delegar funções e tarefas aos demais envolvidos.

“Coloquei um post-it com a meta do mês na sua mesa”

Longe de mim falar que post-it não é uma boa ferramenta de comunicação, mas na minha opinião, algo tão importante como a meta do mês deveria estar escancarada em um mural, ter sido enviada por e-mail e registrada em um dashboard de acompanhamento de resultados.

Ou seja, o ponto aqui é a comunicação entre a equipe. E não importa se a equipe é composta apenas por você. A comunicação continua sendo um ponto chave para você melhorar seu blog.

Defina meios de comunicação padrão e o que deve ser comunicado por qual meio. Por exemplo, atas de reunião devem ser enviadas por e-mail logo após cada reunião. Ou então, as metas do mês devem estar expostas em um mural ou planilha compartilhada.

Organizar o que deve ser comunicado por que canais irá facilitar a comunicação entre sua equipe e envolver mais cada uma das pessoas. Se levarmos em conta a dica anterior, o líder do blog poderá definir as melhores práticas de comunicação e ainda servir como catalisador das sugestões da equipe de como melhorar essa comunicação.

Uma equipe alinhada e que se comunica com eficiência e eficácia certamente terá mais chances de alcançar seus objetivos.

Demore mais para planejar e demore menos para executar

Este ponto é bem direto e claro: se você planejar melhor irá executar melhor. Isso porque o exercício de planejar uma ação ou experiência ajuda a prever recursos necessários, prazos, possíveis contratempos, avaliação de resultados, entre outros.

Antes de mexer no seu blog, por exemplo, avalie se investir tempo em um planejamento te trará benefícios. Em alguns casos, talvez não seja necessário, em outros talvez seja preciso um planejamento bem simples. Enquanto também existe a opção de incluir outras pessoas para fazer um planejamento melhor.

Mas, não se engane: a necessidade de planejamento não está tão ligada à complexidade da ação. Por exemplo, digamos que você quer melhorar a conversão de uma landing page e, para isso, vai experimentar uma cor ou posicionamento diferente para o botão de CTA (call to action).

Por mais simples que seja fazer a alteração, para tirar conclusões boas é preciso registrar que dia será feita a mudança, se será feito um teste AB ou outro método, definir por quanto tempo será feito o teste e quem deverá fazer o levantamento dos resultados.

 

Espero que você tenha gostado dessas dicas e percebido como o sucesso de um blog vai muito além do site em si. Aqui mesmo, no Blog do Vooozer, nós implementamos essas dicas e já estamos colhendo resultados.

E você? O que faz para melhorar os resultados do seu blog sem mexer nele? Conte pra gente nos comentários!

CEO e cofundador do Vooozer, é apaixonado por ideias, tecnologia, games, cervejas e pela Tuti. Sonha acordado e dormindo com essas coisas e vira e mexe tira algo do papel, esse texto é um exemplo.

7 razões para ter um site ou blog responsivo

Site ou blog responsivo. De acordo com a pesquisa “Google Consumer Barometer”, 62% dos brasileiros usam smartphones. E esse número tende a crescer. Para que um site possa acompanhar essa realidade e garantir boa experiência para os seus visitantes, é necessário contar com um.


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O design responsivo adapta o site ou blog para ser exibido em qualquer formato de tela. Assim, uma pessoa pode acessar uma página web de qualquer dispositivo — computador, notebook, smartphone, tablet, entre outros — sem que haja perda na usabilidade e na experiência do usuário.

As empresas e blogs, para garantir uma presença digital sólida, precisam entender e se adaptar à realidade e às necessidades de seus visitantes, clientes e potenciais consumidores. Para isso, é necessário acompanhar as tendências tecnológicas e hábitos de comportamento das pessoas e atualizar seus canais digitais. Por isso, confira, neste post, as principais razões para ter um site ou um blog responsivo!

Atração de visitantes e captação de clientes

A pesquisa do Google citada no início deste artigo não demonstra apenas uma tendência de mercado. Ela também retrata o perfil do consumidor brasileiro que já assimilou o smartphone como parte da sua rotina e como um instrumento importante para se comunicar e acessar a internet.

Anteriormente, pesquisas e compras online aconteciam basicamente por meio dos desktops. Porém, com a popularização dos novos dispositivos, as pessoas passaram a usar os smartphones e tablets para consultar informações, buscar referências e comprar de qualquer lugar.

Contar com um site ou blog responsivo é fazer com que seu site consiga alcançar seu público onde quer que ele esteja.

Por exemplo, um acordo comercial pode ser frustrado simplesmente porque um consumidor potencial não conseguiu acessar ou consultar informações de um negócio pelo celular.

Dessa forma, o design responsivo é bastante importante para atrair e captar essas pessoas que utilizam seus smartphones e tablets para navegar na internet. E, como mostramos, eles já ultrapassam mais da metade da população brasileira.

Razões para ter site ou blog responsivo

As vantagens de um design responsivo vão além de garantir usabilidade e boa experiência ao usuário. Ele possibilita outros diferenciais estratégicos para quem busca uma presença digital sólida. Confira quais são:

1. Experiência do usuário

O Google Think Insights — mais uma ferramenta de dados da gigante da internet — aponta que, se uma pessoa acessar uma página por dispositivo móvel e não encontrar o que deseja, há 61% de chances de que ela desista e recorra a outro site.

Porém, caso ela tenha uma experiência positiva e consiga encontrar o que procura, há 67% de chances de que ela consuma seu conteúdo. Assim, é muito importante assegurar uma boa experiência para os usuários.

2. Mercado em crescimento

De acordo com a Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), em abril de 2017, o Brasil contava com 198 milhões de smartphones em uso — um crescimento de 17% em relação a 2016. A expectativa, conforme o estudo, é de que, até outubro deste ano, o número de smartphones ativos no país chegue a 208 milhões.

E não para por aí! A FGV aponta que, nos próximos dois anos, o Brasil contará com 236 milhões de smartphones: um crescimento de 19% em relação ao cenário atual. Já imaginou o impacto para um site que não consegue se relacionar com esse público?

3. Velocidade de carregamento

Você certamente já desistiu de visitar um site ou blog porque ele demorou a carregar. Quando isso acontece, a tendência é que as pessoas procurem outros endereços em que consigam acessar o conteúdo desejado.

Essa demora no carregamento não é um problema exclusivo da conexão de internet. Um site ou blog desenvolvido apenas para desktop terá uma velocidade de carregamento muito baixa nos dispositivos móveis. A solução para isso é contar com um design responsivo.

Além disso, a velocidade de carregamento também é um dos fatores de ranqueamento do Google. Isso acontece porque o buscador considera que a demora em abrir uma página prejudica a experiência do usuário.

4. Baixa taxa de rejeição

A experiência do usuário é bastante importante para que o site ou blog traga bons resultados.

A taxa de rejeição mostra a quantidade de pessoas que acessaram uma página da internet, mas não tiveram nenhuma interação com ela. E ninguém quer isso para a sua página.

Contar com site ou blog responsivo ajuda a diminuir essa taxa de rejeição e incentivar que os usuários se relacionem com a sua página, o que aumenta as chances de conquistar novos leitores (fãs e clientes) e fechar mais vendas.

5. Aumento da taxa de conversão

As pessoas navegam na internet pelos seus celulares. Portanto, quando produzir materiais para download, é necessário inseri-los em landing pages responsivas. Afinal, elas podem chegar a esses materiais pelo dispositivo móvel e podem não conseguir baixá-los.

As chances de alguém ligar o desktop para fazer o download é extremamente baixa. Então, para não perder leads, é  interessante apostar sempre em páginas responsivas.

6. Aumento das vendas

O relatório Digital, Social & Mobile 2015 registra que 15% dos brasileiros que acessaram a internet por meio de dispositivos móveis fizeram alguma compra nos últimos 30 dias.

Esse número já representa metade da taxa de compra online feitas pelo desktop — que está em 36%. Porém, se pensarmos que o uso de smartphones está crescendo, a sua influência na rotina das pessoas também tende a crescer. Logo, mais pessoas passarão a utilizá-los para fazer suas compras.

Nenhuma empresa quer ficar fora de um mercado em crescimento, sobretudo quando ele pode ter um impacto determinante em seu volume de vendas.

7. Posicionamento no Google

Ao longo desses tópicos, mostramos como a experiência do usuário e o comportamento do site ou blog podem influenciar no posicionamento do Google. Logo, design responsivo contribui de maneira determinante para que a página na internet tenha um ranqueamento melhor.

Poucas pessoas vão além das primeiras páginas da busca no Google. Assim, contar com site ou blog responsivo é um passo para alcançar as colocações iniciais nos resultados de pesquisa.

Gostou desse artigo sobre a importância de se contar com site e blog responsivo? Então confira também este texto sobre como Game of Thrones pode ajudar o seu blog!

COO e cofundador do Vooozer, Mateus é o engenheiro mais de humanas que ele conhece. Apaixonado por mochilões e tecnologia, torce para que tenha wi-fi no hostel. Viaja para se encontrar, se perder, descobrir, inventar e vice-versa.