Hábitos de leitura e artigos digitais: onde está a relação?

No final dos anos 90 e no começo dos anos 2000, muitos jovens alunos escutaram nas escolas que os meios digitais, recém-chegados na casa dos brasileiros, iriam acabar com a leitura. Muitos professores de português repetiram à exaustão que a internet mataria a gramática. Só que, ao contrário das previsões, a leitura de artigos online fez muito bem aos hábitos dos brasileiros!

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Na verdade, nunca se leu tanto no Brasil. A internet estimulou a leitura em diversos outros meios. Isso se deve aos inúmeros blog posts (corporativos e pessoais), postagens em redes sociais, e-books grátis, vídeos e tutoriais.

Para acabar com os preconceitos e mostrar como os artigos digitais melhoraram os hábitos de leitura dos brasileiros, preparamos o post a seguir. Confira!

Em que medida os artigos digitais melhoraram os hábitos de leitura dos brasileiros?

Antes da popularização da internet, infelizmente, a disponibilidade dos livros era limitada para a maioria dos brasileiros. Nem todas as cidades possuíam bibliotecas públicas e adquirir livros nas lojas podia ser caro.

Com a chegada das plataformas digitais, houve uma facilitação do acesso à leitura. Hoje, pode ser usando um computador, notebook, tablet ou um celular. Os leitores têm acesso à inúmeras fontes de informação sem sequer sair de casa. O próprio governo disponibiliza um portal online com centenas de títulos gratuitos!

Segundo a pesquisa “Retratos da leitura”, do Ibope, o número de brasileiros com acesso à internet pulou de 81 milhões em 2011 para 127 milhões em 2015. A principal forma de consumir conteúdos digitais é por meio de artigos informativos, pesquisas diversas e etc.

Somente esta informação já aponta a possibilidade de conhecimento que a internet proporciona para os leitores iniciantes, não é mesmo?

O espaço da leitura na vida dos brasileiros

A pesquisa foi conduzida pelo Ibope realizada entre novembro e dezembro de 2015. No estudo, registrou-se um aumento no hábito de leitura dos brasileiros. O Brasil possui 56% de leitores, 6% a mais do que na penúltima versão do estudo, datada de 2011.

Homens e mulheres passaram a ler mais. O número de leitoras aumentou de 54% em 2011 para 59% em 2015, enquanto o de leitores foi de 44% para 52%.

A pesquisa também revela que bibliotecas ganharam mais espaço no cotidiano dos brasileiros. As visitas ao local cresceram de 12% em 2007 e 2011 para 19% em 2015.

Quais as melhores fontes de leitura na internet?

Ainda há muito espaço para se investir nas plataformas digitais e garantir que elas continuem a facilitar o hábito de leitura dos brasileiros. A indireta consequência disso é o aumento da leitura como um todo, incluindo as publicações impressas – tais como revistas, livros e jornais.

E tem espaço para todos os gostos! Felizmente, hoje em dia já temos uma agradável realidade à nossa frente: uma pessoa dedicada pode sim aprender mais, adquirir novos conhecimentos e se desenvolver utilizando a internet e suas diversas formas de leitura.

Qualquer um pode se tornar uma pessoa mais culta e mais informada, seja por meio da leitura de livros impressos ou por meio de e-books, conteúdos em áudio, blog posts ou assistindo vídeos e tutoriais.

Em especial, os blogs são ótimas ferramentas para a difusão de informações. De forma geral, eles têm um tamanho ideal para a leitura de forma que não canse o leitor, as informações são bem focadas e abordam os mais diversos assuntos — técnicos, pessoais, corporativos, comportamentais e etc.

As possibilidades de crescimento pessoal só estão aumentando. Temos que torná-las cada vez mais acessíveis!

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COO e cofundador do Vooozer, Mateus é o engenheiro mais de humanas que ele conhece. Apaixonado por mochilões e tecnologia, torce para que tenha wi-fi no hostel. Viaja para se encontrar, se perder, descobrir, inventar e vice-versa.

Excesso de informação: quais são os riscos para você?

Com o desenvolvimento tecnológico da era digital, observamos uma revolução na comunicação e no acesso à informação. Todo o tipo de mídia oferece cada vez mais opções de materiais para agradar aos mais diferentes gostos, sendo a Internet a maior e mais diversa fonte de conteúdo. Mas diante desse excesso de informação, como fica a nossa saúde física e mental?

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No post de hoje, vamos entender o que é o excesso de informação, quais os seus riscos e como prevenir seus prejuízos ao nosso bem-estar.

O que é o excesso de informação?

Todos os dias, geramos 2,5 quintilhões de bytes no mundo inteiro. Grande parte dessa informação fica disponível na Internet, que já conta com mais de 1 bilhão de websites ativos. Somos constantemente expostos a um mar de informação, a não ser que nos isolemos das cidades e aparelhos eletrônicos.

O fato de estarem sempre conectadas cria em algumas pessoas uma necessidade de se atualizar o tempo inteiro. Checam se chegou algum e-mail, alguma mensagem, se há notificação nas redes sociais, se o portal de notícias foi atualizado, enfim, consomem informação de maneira exagerada.

E como qualquer excesso, isso pode trazer sérios riscos para a saúde.

Quais são os riscos do excesso de informação?

Quando processamos informações além da nossa capacidade, sem respeitar momentos de descanso, sobrecarregamos o nosso sistema cognitivo. Em entrevista a um grande portal, o médico psiquiatra Luiz Vicente Figueira de Mello, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, diz que isso pode gerar sequelas e problemas como a síndrome de burn out, condição que leva ao esgotamento do corpo e da mente.

Além disso, pessoas viciadas em informação podem sofrer transtornos de ansiedade e prejudicar suas vidas tanto no contexto social quanto no profissional. Imagine estar em um encontro e sentir a urgência de checar o smartphone para saber o que está acontecendo. Ou em uma reunião com os amigos ou com a família. Não dar atenção aos entes queridos só vai afetar essas relações.

Como evitar ser afetado pelo excesso de informação?

É importante ter consciência de que é humanamente impossível absorver toda a informação publicada diariamente. Por mais que seja interessante estarmos sempre bem informados, nosso raciocínio e memória são limitados e não suportam processar esses estímulos o tempo todo.

Sem falar na nossa capacidade de concentração. Na ânsia de consumir o maior número possível de informações em menos tempo, podemos ter a falsa impressão de que conseguimos consumir mais de um conteúdo simultaneamente (ver televisão enquanto usa redes sociais, ler um livro enquanto escuta as notícias, etc.).

A verdade é que, se quisermos consumir conteúdo de forma eficaz, precisamos usar o bom senso. Por exemplo: é melhor ler um artigo inteiro e com calma, para absorver o conteúdo, em vez de ler 3 artigos com pressa e pela metade. Por outro lado, você pode muito bem consumir um artigo em áudio enquanto dirige ou arruma a casa.

Portanto, o ideal é sempre manter um equilíbrio — planeje quanto tempo você vai passar se informando e lembre-se que os momentos desconectados fazem parte de um cotidiano saudável.

Agora que você sabe os perigos do excesso de informação, que tal contar para a gente a sua experiência? Você sente necessidade de estar permanentemente por dentro de tudo? Costuma controlar o tempo que permanece navegando na Internet ou assistindo à televisão? Deixe o seu comentário!

COO e cofundador do Vooozer, Mateus é o engenheiro mais de humanas que ele conhece. Apaixonado por mochilões e tecnologia, torce para que tenha wi-fi no hostel. Viaja para se encontrar, se perder, descobrir, inventar e vice-versa.

Leitura: descubra como deixar a sua em dia!

A vida corrida, os compromissos com a família e com o trabalho, as horas perdidas no trânsito. Tudo isso tem nos afastado cada vez mais de hábitos simples e importantes, como a leitura. Mesmo conectados grande parte do dia, aquele artigo interessante que encontramos num site acaba ficando para depois. O livro de cabeceira é vencido pelo sono toda noite. Com uma rotina já tão corrida, como deixar a leitura em dia?

Que tal escutar este artigo ao invés de ler para essa leitura já ficar em dia? Enquanto escuta você pode caminhar, dirigir, arrumar seu quarto…experimente, aperte o play acima.

Algumas pequenas mudanças de comportamento podem ajudá-lo a reservar um tempo para a leitura. Afinal, ler, além de ser extremamente prazeroso, é necessário! Confira as dicas que separamos para você.

1. Estabeleça metas

Planejar a rotina e administrar o tempo melhoram nossa qualidade de vida. Quando estabelecemos pequenas metas, ao final, alcançamos grandes objetivos.

Ao começar um livro, por exemplo, coloque uma meta de páginas que serão lidas por dia. Ao final de um ano, você ficará orgulhoso com o resultado.

Procure planejar também os horários dedicados à leitura. Ler antes de dormir continua sendo uma ótima opção. Ajuda a relaxar e a pegar no sono mais rapidamente. Você até levantará mais disposto no dia seguinte. Experimente!

Se você utiliza transporte público, que tal experimentar trocar aquele joguinho no celular por um bom livro? Defina isso como meta também.

2. Organize-se

Com quantos artigos interessantes você se depara por dia na internet? E quantos você lê realmente?

Pesquisa aponta que 72% das pessoas não conseguem ler tudo o que gostariam na internet.

Mas a organização pode ajudá-lo a resolver esse problema. Veja só:

  • Quando encontrar um artigo interessante e não puder ler naquele momento, salve o link ou o texto. Assim você não precisa lembrar qual era o site mais tarde;
  • Salve esses artigos num mesmo lugar. Evite espalhá-los entre e-mail, favoritos e apps de notícias, por exemplo;
  • Experimente utilizar serviços de listas de leitura, como o Pocket e o Instapapper.
  • Com textos separados e organizados, desconecte-se um pouco e leia-os, sem distrações;
  • Depois, não se esqueça de tirar das listas os artigos já lidos.

3. Aprenda a priorizar

Hoje, a quantidade de informação impressiona. Com o avanço da tecnologia, o fluxo de conteúdos foi se tornando cada vez maior. Por isso, priorizar a informação passou a ser uma questão de “sobrevivência” no mundo digital.

Qualidade e relevância do texto, além da confiabilidade do veículo, devem ser levados em consideração.

Mas é muito comum, na busca por uma informação, nos depararmos com um texto sobre outro assunto, que, praticamente, nos “captura”. Assim, sempre que for iniciar uma leitura online, faça a seguinte pergunta: “Esse texto está entre minhas prioridades de leitura para hoje?”.

4. Experimente a leitura em áudio

Os audiobooks proporcionaram uma nova maneira de ler. Enquanto você dirige ou pratica exercícios físicos, pode também se dedicar à leitura de um livro.

Sites e blogs também têm a possibilidade de utilizar plataformas de áudio, que permitem que o leitor realize outras atividades enquanto se informa e consome conteúdo.

Além dessa comodidade, as plataformas de áudio garantem uma leitura com emoção, feita pelo próprio autor ou por narradores. Nada daquela voz robótica de alguns softwares de leitura. Isso humaniza a relação entre o leitor e o site, já que o conteúdo passa a ter vida.

Gostou de nossas dicas? Então compartilhe esse texto nas redes sociais para ajudar seus amigos a também deixar a leitura em dia!

CEO e cofundador do Vooozer, é apaixonado por ideias, tecnologia, games, cervejas e pela Tuti. Sonha acordado e dormindo com essas coisas e vira e mexe tira algo do papel, esse texto é um exemplo.

6 pontos chave para entender a Amazon

Os resultados que a Amazon gera e o estado da arte em operam é algo amplamente conhecido no mercado. Diversos livros e artigos falam e discutem sobre como a Amazon faz o que faz mas, devido também à sua cultura, a gigante norte-americana não abre suas portas facilmente. No entanto, o empresário Luis Vabo Jr. conseguiu uma mentoria com a empresa em uma visita a Seattle e contou um pouco sobre sua experiência nesse quartel general.

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Adaptado do texto: 6 lições que aprendi na sede da Amazon, originalmente publicado na Exame.com.

De uma das reuniões mais “marcantes” de sua vida, o empresário destacou seis pontos chave sobre o dia a dia da empresa.

1. A importância da cultura organizacional

Na Amazon, a cultura é chave – o “culture fit” é um termo presente desde a contratação de um novo funcionário. Ele é usado para que a empresa separe os missionários (aqueles que querem estar ali) dos mercenários (aqueles que só querem dinheiro). Um ponto chave para isso é o oferecimento de grandes quantias para o funcionário pedir demissão – dessa maneira, apenas os que realmente acreditam no que estão fazendo ficam na empresa.

2. Fortes princípios de liderança na prática

Os líderes fazem e os líderes inspiram. Aproveitando para indicar o livro The Everything Store, Luis conta que é comum os funcionários citarem os líderes e que jargões como “obsessão pelo cliente” não são vazios e são vivenciados na prática por todos.

3. Segredo do sucesso de Jeff Bezos, fundador da Amazon

Segundo o empresário, são 3 grandes fatores que contribuem para o sucesso de Bezos: evolução como gestor (de startup até uma empresa de 100 bilhões de dólares), gestão do tempo e foco na execução.

Vabo provocou e perguntou por um sucessor a Bezos. Ouviu que ele trouxe uma empresa do nada à Amazon e se cuida muito bem – deve estar por aqui por muitos anos ainda.

4. Persistência num foco implacável

A Amazon nasceu para oferecer a maior quantidade possível de produtos pelo menor preço. Não importa como, é isso que a Amazon faz – mesmo que isso signifique destruir seus próprios produtos. A palavra “rentável” é muito menos usada do que “implacável” – com margens altas, você abre as portas para os seus concorrentes.

5. Evitar a burocracia do crescimento

Para fugir de todos os problemas que surgem com o crescimento de uma empresa, a Amazon desenvolveu diversos mecanismos. Um deles, por exemplo, é 0 “2-pizza teams” – duas pizza têm que dar conta de satisfazer toda a equipe.

Além disso, a Amazon baniu apresentações em PowerPoint – para apresentar qualquer coisa, um documento de 6 páginas deverá ser redigido explicando a reação do consumidor à essa ação. Saber escrever é uma obrigatoriedade na companhia, o que faz com que conversas por e-mail sejam muito mais produtivas.

6. Precificação 100% automatizada

Milhões de produtos. Diversos concorrentes. SEMPRE o menor preço, não importa o que aconteça. Isso não seria possível sem automatização. 99,99% das trocas de preços nessa gigante são automatizadas. Esse tipo de precificação não é mais uma tendência – é a realidade do mercado.

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3 coisas sobre negociação que o seu chefe não gostaria que você soubesse

Para muitos profissionais, a ideia de iniciar uma negociação é tão intimidante que muitos nem se quer a iniciam.

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Artigo original: Business Insider

Autora: Jacquelyn Smith

Se você acha que você realmente, realmente mesmo, merece um salário maior, uma promoção, um novo cargo ou condições melhores de trabalho, você precisa pedir (e, muitas vezes, lutar) por isso.

Em uma publicação no Linkedin em 2015, Victoria Pynchon, autora e consultora de negociações, descreveu 3 fatos surpreendentes que a pessoa com que você está negociando espera que você não saiba.

Aqui estão algumas coisas que seu chefe torce para que você não saiba quando você o chama para conversar sobre uma promoção.

1. A negociação não começa até que alguém fale “não”

“Uma das grandes inibições ao pedir pelo seu real valor de mercado é o seu medo de rejeição”, diz Pynchon. “Nossa relutância em negociar após o ‘não’ pode ser deixada para trás quando nós entendemos que não é uma negociação se você estiver pedindo por algo que a pessoa com quem você está negociando já saiba o que você quer”.

Mas uma negociação é, essencialmente, uma conversa na qual o objetivo é chegar em um ponto comum com alguém cujos interesses não estão perfeitamente alinhados com os seus, ela diz. “Se nós quisermos alcançar o que nos é devido, nós temos que negociar mesmo após o ‘não’ ou passar o resto das nossas vidas profissionais sendo vitimizados por pessoas que põem a alegria e as necessidades delas próprias antes das nossas.”

Profissionais experientes sabem que a palavra “não” simplesmente “sinaliza uma oportunidade para resolução de problema, para entender quais dos envolvidos tem opiniões conflitantes, quais têm opiniões complementares e como criar mais valor na discussão entre os envolvidos” diz ela.

2. É melhor pedir por mais do que você quer

“Experimento após experimento, cientistas provaram que as pessoas não ficam particularmente felizes quando eles ganham o que acham que queriam” escreve a autora. “Ficamos mais felizes quando a pessoa com a qual estamos negociando diz ‘não’ algumas vezes antes de ceder.”

Isso acontece, pois, negociadores têm mais medo de “deixar dinheiro na mesa” do que vontade de ganhar o que eles acham que eles querem, explica a Pynchon.

Se, por exemplo, você pedir por um aumento de 5% e seu chefe disser “sim” sem hesitar, você vai, provavelmente, sofrer de remorso do comprador – certo de que, caso você tivesse pedido 7% ou 10%, seu chefe também teria aceitado, diz ela. Então, sempre peça por mais do que você realmente quer ou acha que vai conseguir. “Você não estará feliz se o se chefe aceitar a sua primeira oferta.”

3. Negociação é um jogo mental

“A pessoa que é percebida como quem tem menos a perder a desistir da negociação é a pessoa com a grande vantagem”, diz Lynchon em sua postagem no Linkedin. “Se você está negociando, ambas as partes têm um limite – uma posição. Caso esses limites não se encontrem, quem sinalizar que está disposto a sair da conversa sem nenhum acordo tem grande poder de barganha.”

Ela diz que se você agir como quem está preparado a sair da conversa se o seu objetivo não tiver sido alcançado, a pessoa que está negociando com você terá muito mais incentivos para aceitar suas condições ou se esforçar em estratégias para solucionar o problema de maneira que vocês dois saiam ganhando. Entretanto, nunca faça ameaças – especialmente se elas forem vazias. Avante, mas caminhe com cuidado.

 

Clique aqui para a postagem completa (em inglês)

https://www.linkedin.com/pulse/5-things-hr-hopes-you-dont-know-victoria-pynchon?trk=tod-posts-post1-ptlt

COO e cofundador do Vooozer, Mateus é o engenheiro mais de humanas que ele conhece. Apaixonado por mochilões e tecnologia, torce para que tenha wi-fi no hostel. Viaja para se encontrar, se perder, descobrir, inventar e vice-versa.