Plugin e embed: qual a diferença e quando usá-los?

Plugin e embed. Você não encontra essas palavras no dicionário da língua portuguesa, mas certamente já as ouviu por aí.  Ambas fazem parte do universo da tecnologia e do mundo digital.

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Traduzindo do inglês, plugin significa inserção, encaixe. Já embed, incorporar. Pareceu a mesma coisa para você? Pois saiba que existem muitas diferenças entre plugin e embed. Veja todas elas neste post!

Plugin

O plugin é uma aplicação que adiciona uma nova característica ou funcionalidade a um software. Ele é um tipo de complemento e, hoje, a grande maioria dos programas trabalha essas ferramentas.

Por meio de um plugin, desenvolvedores externos também podem dar sua contribuição a um software.

Eles resolvem uma série de problemas: imagine se toda vez que você precisasse de um novo recurso tivesse que procurar por outro software!

O plugin, em geral, é leve e não compromete o funcionamento do programa principal, além de ser fácil de utilizar, instalar e desinstalar. Como é relativamente comum encontrar plugins com erros, não se preocupe se tiver que removê-lo. Procure outro plugin com função similar e fique atento às avaliações dos usuários.

Como utilizar

Para instalar um plugin é sempre necessário fazer o download dele.

Em plataformas de sites, como WordPress, um plugin serve para adicionar algumas funcionalidades ou características básicas, como incorporar botões ou modificar sua estética. Ele também pode inserir funções mais avançadas, que vão, por exemplo, otimizar o desempenho do blog ou protegê-lo de spam nos comentários. Assim você economiza tempo ao cuidar do seu blog.

Como exemplo, existem milhares de plugins disponíveis para o Photoshop. Eles podem ajudar a simplificar a criação de um efeito ou edição específica. Nesse caso, o usuário conseguirá ganhar tempo, realizando com praticidade uma tarefa complicada.

Navegadores como Chrome e Firefox também ganham muito com a adição de plugins. Eles ajudam a exibir diferentes tipos de conteúdo, como arquivos de vídeo, animações, formatos em Java, PDF, Quicktime, entre outros. Alguns desses plugins são essenciais para acessar certos sites, como os de bancos ou de jogos online.

Embed

Diferentemente do plugin — que, como vimos, é um componente externo ao software original — o embed é incorporado diretamente em um site ou blog.

Ele serve para incorporar conteúdo em uma página da internet, como vídeos, podcasts, posts de redes sociais, narrações de texto (como neste exemplo no blog da Resultados Digitais) e etc. Os embeds tornam a página muito mais atrativa e dinâmica, além de estimular a interação do visitante.

Por meio do embed — que costuma ser uma única linha de código — você pode até fazer uma transmissão ao vivo pelo seu site ou incorporar vídeos, como do YouTube. Imagine que, ao citar um livro em seu texto, você pode postar junto um vídeo do próprio escritor falando sobre sua obra.

Ainda há a possibilidade da incorporar áudios, um recurso que oferece praticidade ao leitor, que pode ouvir tal conteúdo enquanto realiza outras tarefas. Esse formato de mídia que está em alta, inclusive, humaniza a relação entre o visitante e o site.

Como utilizar

No geral, quando você desejar incorporar algum conteúdo em seu site ou blog, basta procurar por opções de “código embed” ou “código de incorporação”.

No YouTube, selecione a opção “compartilhar” e, em seguida, a opção “incorporar”. Copie o código e cole-o no seu site ou blog.

Já no Facebook, escolha o post que deseja incorporar e clique na seta que está no canto direito da publicação. Selecione a opção “incorporar”. Copie o código e cole-o em seu site ou blog.

No caso de áudios de textos narrados, cadastre-se em uma plataforma de áudio e acesse o gravador ou uploader. Em seguida, faça a narração na plataforma ou o upload da gravação. Copie o código do player e cole-o em seu site ou blog.

Por fim, plugin e embed

Enfim, há muitas possibilidades de oferecer ao seu leitor uma nova experiência com conteúdo incorporado. Como você viu, o processo é similar para diferentes tipos de conteúdo. Inove e surpreenda seus leitores!

Agora que você já sabe que há muita diferença entre plugin e embed, siga-nos no Facebook e fique por dentro de outras dicas que vão deixar o seu site ou blog irresistíveis!

COO e cofundador do Vooozer, Mateus é o engenheiro mais de humanas que ele conhece. Apaixonado por mochilões e tecnologia, torce para que tenha wi-fi no hostel. Viaja para se encontrar, se perder, descobrir, inventar e vice-versa.

Hábitos de leitura e artigos digitais: onde está a relação?

No final dos anos 90 e no começo dos anos 2000, muitos jovens alunos escutaram nas escolas que os meios digitais, recém-chegados na casa dos brasileiros, iriam acabar com a leitura. Muitos professores de português repetiram à exaustão que a internet mataria a gramática. Só que, ao contrário das previsões, a leitura de artigos online fez muito bem aos hábitos dos brasileiros!

Que tal escutar esse artigo no caminho para o trabalho ou durante uma caminhada? Aperte o play acima e experimente.

Na verdade, nunca se leu tanto no Brasil. A internet estimulou a leitura em diversos outros meios. Isso se deve aos inúmeros blog posts (corporativos e pessoais), postagens em redes sociais, e-books grátis, vídeos e tutoriais.

Para acabar com os preconceitos e mostrar como os artigos digitais melhoraram os hábitos de leitura dos brasileiros, preparamos o post a seguir. Confira!

Em que medida os artigos digitais melhoraram os hábitos de leitura dos brasileiros?

Antes da popularização da internet, infelizmente, a disponibilidade dos livros era limitada para a maioria dos brasileiros. Nem todas as cidades possuíam bibliotecas públicas e adquirir livros nas lojas podia ser caro.

Com a chegada das plataformas digitais, houve uma facilitação do acesso à leitura. Hoje, pode ser usando um computador, notebook, tablet ou um celular. Os leitores têm acesso à inúmeras fontes de informação sem sequer sair de casa. O próprio governo disponibiliza um portal online com centenas de títulos gratuitos!

Segundo a pesquisa “Retratos da leitura”, do Ibope, o número de brasileiros com acesso à internet pulou de 81 milhões em 2011 para 127 milhões em 2015. A principal forma de consumir conteúdos digitais é por meio de artigos informativos, pesquisas diversas e etc.

Somente esta informação já aponta a possibilidade de conhecimento que a internet proporciona para os leitores iniciantes, não é mesmo?

O espaço da leitura na vida dos brasileiros

A pesquisa foi conduzida pelo Ibope realizada entre novembro e dezembro de 2015. No estudo, registrou-se um aumento no hábito de leitura dos brasileiros. O Brasil possui 56% de leitores, 6% a mais do que na penúltima versão do estudo, datada de 2011.

Homens e mulheres passaram a ler mais. O número de leitoras aumentou de 54% em 2011 para 59% em 2015, enquanto o de leitores foi de 44% para 52%.

A pesquisa também revela que bibliotecas ganharam mais espaço no cotidiano dos brasileiros. As visitas ao local cresceram de 12% em 2007 e 2011 para 19% em 2015.

Quais as melhores fontes de leitura na internet?

Ainda há muito espaço para se investir nas plataformas digitais e garantir que elas continuem a facilitar o hábito de leitura dos brasileiros. A indireta consequência disso é o aumento da leitura como um todo, incluindo as publicações impressas – tais como revistas, livros e jornais.

E tem espaço para todos os gostos! Felizmente, hoje em dia já temos uma agradável realidade à nossa frente: uma pessoa dedicada pode sim aprender mais, adquirir novos conhecimentos e se desenvolver utilizando a internet e suas diversas formas de leitura.

Qualquer um pode se tornar uma pessoa mais culta e mais informada, seja por meio da leitura de livros impressos ou por meio de e-books, conteúdos em áudio, blog posts ou assistindo vídeos e tutoriais.

Em especial, os blogs são ótimas ferramentas para a difusão de informações. De forma geral, eles têm um tamanho ideal para a leitura de forma que não canse o leitor, as informações são bem focadas e abordam os mais diversos assuntos — técnicos, pessoais, corporativos, comportamentais e etc.

As possibilidades de crescimento pessoal só estão aumentando. Temos que torná-las cada vez mais acessíveis!

Quer saber mais sobre artigos digitais e os hábitos de leitura dos brasileiros? Inscreva-se na nossa newsletter e fique por dentro das nossas notícias!

COO e cofundador do Vooozer, Mateus é o engenheiro mais de humanas que ele conhece. Apaixonado por mochilões e tecnologia, torce para que tenha wi-fi no hostel. Viaja para se encontrar, se perder, descobrir, inventar e vice-versa.

Excesso de informação: quais são os riscos para você?

Com o desenvolvimento tecnológico da era digital, observamos uma revolução na comunicação e no acesso à informação. Todo o tipo de mídia oferece cada vez mais opções de materiais para agradar aos mais diferentes gostos, sendo a Internet a maior e mais diversa fonte de conteúdo. Mas diante desse excesso de informação, como fica a nossa saúde física e mental?

Que tal ouvir esse artigo no caminho para o trabalho ou enquanto arruma a casa? Aperte o play acima e experimente.

No post de hoje, vamos entender o que é o excesso de informação, quais os seus riscos e como prevenir seus prejuízos ao nosso bem-estar.

O que é o excesso de informação?

Todos os dias, geramos 2,5 quintilhões de bytes no mundo inteiro. Grande parte dessa informação fica disponível na Internet, que já conta com mais de 1 bilhão de websites ativos. Somos constantemente expostos a um mar de informação, a não ser que nos isolemos das cidades e aparelhos eletrônicos.

O fato de estarem sempre conectadas cria em algumas pessoas uma necessidade de se atualizar o tempo inteiro. Checam se chegou algum e-mail, alguma mensagem, se há notificação nas redes sociais, se o portal de notícias foi atualizado, enfim, consomem informação de maneira exagerada.

E como qualquer excesso, isso pode trazer sérios riscos para a saúde.

Quais são os riscos do excesso de informação?

Quando processamos informações além da nossa capacidade, sem respeitar momentos de descanso, sobrecarregamos o nosso sistema cognitivo. Em entrevista a um grande portal, o médico psiquiatra Luiz Vicente Figueira de Mello, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, diz que isso pode gerar sequelas e problemas como a síndrome de burn out, condição que leva ao esgotamento do corpo e da mente.

Além disso, pessoas viciadas em informação podem sofrer transtornos de ansiedade e prejudicar suas vidas tanto no contexto social quanto no profissional. Imagine estar em um encontro e sentir a urgência de checar o smartphone para saber o que está acontecendo. Ou em uma reunião com os amigos ou com a família. Não dar atenção aos entes queridos só vai afetar essas relações.

Como evitar ser afetado pelo excesso de informação?

É importante ter consciência de que é humanamente impossível absorver toda a informação publicada diariamente. Por mais que seja interessante estarmos sempre bem informados, nosso raciocínio e memória são limitados e não suportam processar esses estímulos o tempo todo.

Sem falar na nossa capacidade de concentração. Na ânsia de consumir o maior número possível de informações em menos tempo, podemos ter a falsa impressão de que conseguimos consumir mais de um conteúdo simultaneamente (ver televisão enquanto usa redes sociais, ler um livro enquanto escuta as notícias, etc.).

A verdade é que, se quisermos consumir conteúdo de forma eficaz, precisamos usar o bom senso. Por exemplo: é melhor ler um artigo inteiro e com calma, para absorver o conteúdo, em vez de ler 3 artigos com pressa e pela metade. Por outro lado, você pode muito bem consumir um artigo em áudio enquanto dirige ou arruma a casa.

Portanto, o ideal é sempre manter um equilíbrio — planeje quanto tempo você vai passar se informando e lembre-se que os momentos desconectados fazem parte de um cotidiano saudável.

Agora que você sabe os perigos do excesso de informação, que tal contar para a gente a sua experiência? Você sente necessidade de estar permanentemente por dentro de tudo? Costuma controlar o tempo que permanece navegando na Internet ou assistindo à televisão? Deixe o seu comentário!

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Dicas para o conteúdo do seu blog

3 tipos de conteúdos essenciais para o seu blog!

Seu conteúdo ajudar você a ficar entre os primeiros lugares no ranking de pesquisa dos maiores sites de busca e ter engajamento com seu público são questões importantíssimas, mas isso todos nós já sabemos. Porém, quais as estratégias mais adequadas para alcançar esse resultado? Quais conteúdos são mais buscados pelos seus leitores em potencial?

Que tal escutar este conteúdo ao invés de ler? Aperte o play acima e sinta a comodidade.

Para acabar com essas dúvidas, vamos explicar para você como identificar essas necessidades e como alcançar seu público da maneira correta. Confira!

1. Storytelling

Quando éramos crianças, o que nossos pais nos contavam na hora de dormir? Histórias. Elas fazem parte de nossas vidas desde então, seja para entreter, relatar fatos ou até mesmo para vender. Por isso, usar o storytelling em blogs é uma importante estratégia para a atração de leitores.

Por meio dele, é possível contar histórias fascinantes sobre sua história, produtos e serviços, fazer conexões, emocionar e criar uma relação positiva entre a sua mensagem e as pessoas — pense em quantos comerciais de TV você se lembra até hoje.

E embora o vídeo tenha sido o mais usado na hora de criar laços com seu público, não há um formato definitivo que atenderá a todos. É preciso entender qual tipo de conteúdo se comunica melhor com o seu público e aplicar aí o storytelling. E-mail, conteúdos em áudio, textos, revistas, e-books… Todos podem ser adequados com a linguagem certa e as informações que os seus visitantes buscam.

2. Conteúdo de Posts educativos

No caso de empresas, o Inbound Marketing nos ensinou que qualquer informação relevante sobre qualquer tipo de assunto é importante. Como o blog post é um dos formatos mais acessíveis para a maioria delas e, consequentemente, mais consumido por grande parte dos leitores, ele dominou o mercado.

Porém, o que muitas dessas empresas e blogs não sabem é que as pessoas se interessam bastante por conteúdos didáticos, sobre assuntos que são relevantes para elas.

Isso significa que os textos educativos sobre os interesses do seu público não podem ficar de fora do seu calendário de publicação. E, claro, construídos de forma que sejam atraentes e fáceis de ler — nada de conteúdos técnicos demais.

Vamos supor que seu blog aborda o tema viagens. Você sabe sobre quais assuntos esses textos educativos devem tratar? Pode-se criar conteúdos sobre curiosidades e cuidados ao viajar, por exemplo. Assim, você conseguirá alcançar o seu público-alvo e educá-los sobre assuntos que envolvem o tema abordado.

Segundo pesquisa realizada pela Moz, o tamanho ideal de um blog post, em 2016, é de 2.500 caracteres. Tente ficar dentro dessa recomendação e você já ganhará um ponto no conceito dos seus leitores. A escrita adequada e conteúdo relevante fortalecerão ainda mais essa relação.

3. E-books

O seu blog já tem conteúdos de storytelling e posts educativos? Então, não deixe passar em branco um dos formatos mais importantes para que ele tenha sucesso: os e-books. Os livros digitais são, normalmente, bem menores do que os impressos e têm a intenção de informar e atrair o visitante com um assunto específico.

No caso de uma empresa fazendo Inbound Marketing, por exemplo, imagine que ela venda filtros de água. Seus clientes, provavelmente, querem saber mais sobre como o processo de retirada de impurezas melhora a qualidade da água que estão consumindo. Por que não produzir e disponibilizar um material sobre isso para chamar a atenção dos potenciais clientes?

Já para um blog sobre comportamento, imagine que o tema central seja saúde. Seus leitores estão em busca de uma vida mais saudável e querem saber como podem construir uma rotina saudável em suas vidas. Que tal produzir e disponibilizar um material com dicas práticas sobre o assunto?

É exatamente este o papel do e-book: atrair leads ou inscritos na sua newsletter e gerar credibilidade para seu blog por meio de conteúdo rico, que também pode ser em áudio — conhecidos como audiobook. Além disso, você pode fazer uma coletânea de melhores posts e que tenham assuntos em comum para criar um e-book com informações relevantes e úteis para o seu público-alvo.

E aí, gostou dos tipos de conteúdo que mostramos no post acima? Já utiliza algum deles? Curta a nossa página no Facebook e fique por dentro de muito mais dicas e novidades que saem aqui no blog!

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6 pontos chave para entender a Amazon

Os resultados que a Amazon gera e o estado da arte em operam é algo amplamente conhecido no mercado. Diversos livros e artigos falam e discutem sobre como a Amazon faz o que faz mas, devido também à sua cultura, a gigante norte-americana não abre suas portas facilmente. No entanto, o empresário Luis Vabo Jr. conseguiu uma mentoria com a empresa em uma visita a Seattle e contou um pouco sobre sua experiência nesse quartel general.

Que tal ESCUTAR este artigo sobre a Amazon ao invés de ler?

Enquanto escuta você pode caminhar, dirigir, arrumar seu quarto…experimente, aperte o play:

Adaptado do texto: 6 lições que aprendi na sede da Amazon, originalmente publicado na Exame.com.

De uma das reuniões mais “marcantes” de sua vida, o empresário destacou seis pontos chave sobre o dia a dia da empresa.

1. A importância da cultura organizacional

Na Amazon, a cultura é chave – o “culture fit” é um termo presente desde a contratação de um novo funcionário. Ele é usado para que a empresa separe os missionários (aqueles que querem estar ali) dos mercenários (aqueles que só querem dinheiro). Um ponto chave para isso é o oferecimento de grandes quantias para o funcionário pedir demissão – dessa maneira, apenas os que realmente acreditam no que estão fazendo ficam na empresa.

2. Fortes princípios de liderança na prática

Os líderes fazem e os líderes inspiram. Aproveitando para indicar o livro The Everything Store, Luis conta que é comum os funcionários citarem os líderes e que jargões como “obsessão pelo cliente” não são vazios e são vivenciados na prática por todos.

3. Segredo do sucesso de Jeff Bezos, fundador da Amazon

Segundo o empresário, são 3 grandes fatores que contribuem para o sucesso de Bezos: evolução como gestor (de startup até uma empresa de 100 bilhões de dólares), gestão do tempo e foco na execução.

Vabo provocou e perguntou por um sucessor a Bezos. Ouviu que ele trouxe uma empresa do nada à Amazon e se cuida muito bem – deve estar por aqui por muitos anos ainda.

4. Persistência num foco implacável

A Amazon nasceu para oferecer a maior quantidade possível de produtos pelo menor preço. Não importa como, é isso que a Amazon faz – mesmo que isso signifique destruir seus próprios produtos. A palavra “rentável” é muito menos usada do que “implacável” – com margens altas, você abre as portas para os seus concorrentes.

5. Evitar a burocracia do crescimento

Para fugir de todos os problemas que surgem com o crescimento de uma empresa, a Amazon desenvolveu diversos mecanismos. Um deles, por exemplo, é 0 “2-pizza teams” – duas pizza têm que dar conta de satisfazer toda a equipe.

Além disso, a Amazon baniu apresentações em PowerPoint – para apresentar qualquer coisa, um documento de 6 páginas deverá ser redigido explicando a reação do consumidor à essa ação. Saber escrever é uma obrigatoriedade na companhia, o que faz com que conversas por e-mail sejam muito mais produtivas.

6. Precificação 100% automatizada

Milhões de produtos. Diversos concorrentes. SEMPRE o menor preço, não importa o que aconteça. Isso não seria possível sem automatização. 99,99% das trocas de preços nessa gigante são automatizadas. Esse tipo de precificação não é mais uma tendência – é a realidade do mercado.

COO e cofundador do Vooozer, Mateus é o engenheiro mais de humanas que ele conhece. Apaixonado por mochilões e tecnologia, torce para que tenha wi-fi no hostel. Viaja para se encontrar, se perder, descobrir, inventar e vice-versa.