7 dicas básicas para gerar leads com Marketing de Conteúdo

A internet mudou o comportamento do consumidor. Com amplo acesso à informação, as pessoas pesquisam na web sobre produtos e serviços antes de decidir suas compras. Dessa forma, é possível gerar leads com Marketing de Conteúdo e, com isso, fortalecer a marca e aumentar as vendas.

O Marketing de Conteúdo é uma estratégia que utiliza a produção de conteúdo relevante e valioso para atrair o público-alvo de uma empresa. Todo o material produzido tem como objetivo conduzir o lead pelo funil de vendas — atrair o cliente em potencial, apresentar as soluções geradas pelo produto ou serviço e fechar novos negócios.

Assim, essa estratégia de marketing busca informar as pessoas para que elas respeitem e entendam a sua marca como referência de mercado, além, é claro, de as transformarem em clientes. Apesar de ser um modelo de divulgação relativamente novo, já consegue gerar excelentes resultados para as empresas.

Quer saber como gerar leads com Marketing de Conteúdo? Então confira nos próximos parágrafos as dicas que preparamos!

1. Tenha um blog

O primeiro passo para adotar uma estratégia de Marketing de Conteúdo é criar um blog; é nesse espaço que você fará as suas publicações. Além disso, quando uma pessoa fizer uma busca no Google, por exemplo, será o seu blog que aparecerá nos resultados. Portanto, faça um bom planejamento e capriche no layout a ser utilizado.

2. Desenvolva o conteúdo

Como o nome da estratégia deixa entender, o conteúdo é o destaque desse modelo de marketing. Assim, para atrair visitantes e gerar leads, é bastante importante desenvolver conteúdo de qualidade. Saiba o que o seu público-alvo procura na internet, a linguagem que utiliza e alinhe as publicações com seus objetivos comerciais.

3. Invista em conteúdo rico

O blog é uma excelente ferramenta para atrair e educar seus clientes em potencial. Porém, é preciso ir um pouco além para aumentar o número de conversões. Para isso, é interessante investir em materiais ricos — como e-books, audiobooks, infográficos, webinars, entre outros. Esse tipo de conteúdo pode ser trocado por dados de contato, o que favorece as vendas.

4. Capriche nos calls-to-action

Os calls-to-action são mecanismos para incentivar que o seu leitor execute algum tipo de ação, como compartilhar o conteúdo, deixar um comentário, assinar uma newsletter ou até mesmo entrar em contato com a empresa. Portanto, na hora que publicar um artigo, capriche nessas chamadas para ação.

5. Aposte nos áudios

Dentre os modelos de conteúdo que vêm ganhando espaço estão os áudios. Esse tipo de mídia cresceu com os smartphones e internet móvel e podem ser consumidos pelas pessoas com bastante facilidade. Assim, é interessante desenvolver materiais em áudios para aumentar as suas conversões.

6. Elabore um calendário editorial

Para que a sua estratégia de Marketing de Conteúdo seja eficiente é necessário publicar novos conteúdos com regularidade. Para garantir que isso aconteça é interessante desenvolver um calendário editorial que oriente a criação de artigos e materiais ricos e estabeleça datas e metas de publicação.

7. Mensure os resultados

Assim como qualquer ação de marketing digital, avaliar os resultados das ações é essencial para que possa melhorar constantemente as suas estratégias. A mensuração permite saber quantas oportunidades de negócio apareceram, quais canais geram mais leads e qual retorno teve com o trabalho de divulgação.

O que achou deste artigo sobre como gerar leads com Marketing de Conteúdo? Que tal compartilhar esse conhecimento em suas redes sociais?

5 dicas de como passar feedback negativo para sua equipe

Um líder tem que planejar ações, coordenar tarefas, mensurar resultados e orientar equipes. Todas essas funções, para que gerem resultados para uma empresa, precisam do engajamento dos colaboradores. Para isso, é necessário dialogar com eles e saber como passar feedback negativo.

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Ao contrário do retorno positivo, as críticas costumam ser aceitas com mais dificuldade e, por isso, precisam ser transmitidas com cuidado e de maneira empática. Afinal, não se trata apenas de uma repreensão, mas de um mecanismo que pode tirar o melhor das pessoas e evitar que erros aconteçam — ou voltem a acontecer.

Quando oferecidos corretamente, os feedbacks negativos ajudam na formação de profissionais mais preparados para lidar com os desafios diários e superar as mais diversas crises que possam surgir no ambiente de trabalho — um processo bastante necessário para o desenvolvimento de qualquer empresa.

Porém, é preciso estar preparado para ter esse tipo de diálogo com seus colaboradores, um processo que exige muito jogo de cintura, paciência e capacidade de trabalhar em equipe. Neste artigo, vamos dar algumas dicas de como passar feedback negativo. Ficou curioso? Então não deixe de acompanhar os próximos parágrafos!

1. Use um vocabulário positivo

O assunto é delicado e, por isso, não deve ser focado apenas nos pontos negativos. Saiba usar os elogios, já que eles tendem a reforçar bons comportamentos e a motivar as pessoas muito mais do que as repreensões. Dessa forma, as críticas devem ser passadas sempre de forma construtiva.

2. Não exponha o colaborador

O colaborador já está tendo o seu trabalho avaliado e recebendo críticas por suas ações. Fazer isso na frente da equipe é mais do que expor esse funcionário e pode fazê-lo se sentir humilhado também. Além disso, essa ação não trará bons resultados, pois o feedback não será entendido como um retorno construtivo.

3. Mantenha o respeito e a transparência

Parte do que foi citado nos tópicos acima trata do respeito — uma qualidade que é esperada de um líder. Na hora de indicar a um trabalhador o que precisa ser melhorado, faça isso com clareza, empatia e transparência. Mais do que chefe, você é uma referência para seus funcionários e precisa dar o exemplo.

4. Tenha dados de apoio

De nada adianta passar um feedback negativo e não ter dados que possam fundamentar suas observações. Toda crítica precisa de um embasamento — até mesmo para ajudar as pessoas a visualizarem qual ponto deve ser trabalhado Utilize metas, objetivos e métricas de produtividade para exemplificar suas colocações.

5. Explique o que espera no futuro

Além de mostrar onde o colaborador errou ou o que poderia ter feito melhor, também é preciso indicar o que a empresa espera dele no futuro. Para isso, estabeleça novas metas, objetivos e métricas de avaliação. Sem eles, não será possível fazer novas cobranças e estabelecer critérios de avaliação da sua equipe. Lembre-se: o diálogo é sempre importante.

Gostou das nossas dicas de como passar feedback negativo para os colaboradores da sua empresa? Então curta a nossa página no Facebook e tenha acesso a outros conteúdos relevantes.

Ilustração de diversas caixas de texto de diferentes tamanhos com uma régua para referência ao lado. Uma das caixas de texto é muito maior que as demais.

Assuntos em alta: como usá-los em seu blog

Já falamos aqui no blog sobre assuntos para blogs – as principais tendências para 2017 – e como validar os tópicos do seu conteúdo. Agora vamos falar especificamente sobre como explorar assuntos em alta no seu blog. Essa é uma boa estratégia para atrair tráfego para o seu blog, mas precisa de alguns cuidados específicos para o tiro não ser no pé.

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Por isso mesmo selecionamos algumas dicas para te ajudar. A maioria delas nós aprendemos acompanhando o trabalho de blogs de renome como o da Resultados Digitais e o da Rock Content. Sem mais delongas, vamos às dicas!

Você não precisa ser o primeiro para ser relevante

Muita gente pode pensar que é preciso ser o primeiro a falar do assunto para ser relevante, mas isso não é verdade. O leitor que valoriza um bom conteúdo percebe quando um texto é “vazio”, por assim dizer. Sendo assim, ao se abordar assuntos em alta, a qualidade continua sendo algo necessário.

Não se preocupe tanto em ser o primeiro ou um dos primeiros a abordar um assunto, até porque isso é tarefa quase impossível em muitos casos. Isso é válido principalmente quando falamos de lançamentos de grandes empresas que informam os principais veículos digitais com antecedência.

Trabalhe para gerar um conteúdo que seja relevante e informativo para o seu público. Mas claro, atente-se ao pico de alta do assunto em questão. Você pode fazer isso com a ajuda do Google Trends.

“Quem disse” afeta a credibilidade do conteúdo

Credibilidade é algo difícil de se conquistar e, ao mesmo tempo, é algo de grande valor para blogs. Por isso mesmo que “quem disse” irá afetar como o leitor encara o seu conteúdo. Obviamente você precisa citar as fontes do assunto que está abordando e isso se torna ainda mais importante quando você quer melhorar sua credibilidade.

Ou seja, trabalhar com fontes confiáveis e citá-las quando você aborda assuntos em alta terá um duplo efeito positivo: você melhora a percepção de qualidade que o leitor tem sobre o seu conteúdo e ainda aumenta a credibilidade do seu próprio blog.

Isso fica bem claro quando imaginamos um leitor pensando “que legal, o blog X está sempre antenado em novidades do mercado”.

Mas como eu me destaco se está “todo mundo” falando do assunto?

Se você vai abordar assuntos em alta, naturalmente muitos veículos e pessoas já estão falando sobre o tema. Ainda assim, é possível e necessário se diferenciar para gerar valor ao seu leitor. Além de se preocupar com qualidade e credibilidade, temos duas dicas que podem te ajudar a realmente se destacar.

1. Senso crítico, opinião própria e aquela comentada básica

Para gerar mais valor aos seus leitores, você pode usar o seu senso crítico para formar uma opinião sobre o assunto que está abordando ou comentar sobre ele. Isso é mais difícil de se fazer quando você não domina o tema. Mas ainda é possível se você encontrar alguma relação com alguma área que seja do seu domínio.

Ao opinar, fazer comentários ou dar exemplos práticos, você oferece aos seus leitores algo que eles não encontrarão em qualquer lugar. Eles podem valorizar mais sua opinião quando ela é bem embasada, o que irá gerar mais credibilidade ao seu blog.

No caso de exemplos ou comentários, isso pode ajudar seu público a entender melhor o assunto e suas implicações. Principalmente se for um tópico mais complexo.

2. Mas o que muda na vida do seu público?

Pegando um gancho nas implicações do tópico abordado, você pode explorar ideias relacionadas ou discutir aplicações práticas. Por exemplo, digamos que você vá fazer um post sobre uma nova funcionalidade do Facebook Ads.

Explorar ideias relacionadas: pode ser interessante falar sobre ideias de funcionalidades para outras plataforma concorrentes, comparar a novidade com funcionalidades já oferecidas por plataformas concorrentes ou fazer paralelos com outros mercados, como a mídia offline, no caso.

Discutir aplicações práticas: outro caminho que pode gerar valor para o seu leitor é citar como tal funcionalidade vai ajudar, ou quem sabe limitar as ações de quem usa tal plataforma, dar dicas do que pode ser feito com tal novidade ou como você imagina que isso poderá impactar o mercado e projetos de marketing digital.

 

Assuntos em alta ganham e perdem relevância o tempo todo. Alguns têm 15 minutos de fama, enquanto outros apenas 10 ou 5, por assim dizer. Ainda que muita gente esteja falando sobre a mesma coisa, esperamos que tenha ficado claro como relevância do conteúdo, qualidade, credibilidade, opinião própria e exemplos podem te ajudar a se destacar e explorar melhorar essa estratégia.

Para ficar por dentro dessa e outras dicas que aprendemos constantemente, assine nossa newsletter semanal com as novidades do blog!

7 razões para ter um site ou blog responsivo

Site ou blog responsivo. De acordo com a pesquisa “Google Consumer Barometer”, 62% dos brasileiros usam smartphones. E esse número tende a crescer. Para que um site possa acompanhar essa realidade e garantir boa experiência para os seus visitantes, é necessário contar com um.


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O design responsivo adapta o site ou blog para ser exibido em qualquer formato de tela. Assim, uma pessoa pode acessar uma página web de qualquer dispositivo — computador, notebook, smartphone, tablet, entre outros — sem que haja perda na usabilidade e na experiência do usuário.

As empresas e blogs, para garantir uma presença digital sólida, precisam entender e se adaptar à realidade e às necessidades de seus visitantes, clientes e potenciais consumidores. Para isso, é necessário acompanhar as tendências tecnológicas e hábitos de comportamento das pessoas e atualizar seus canais digitais. Por isso, confira, neste post, as principais razões para ter um site ou um blog responsivo!

Atração de visitantes e captação de clientes

A pesquisa do Google citada no início deste artigo não demonstra apenas uma tendência de mercado. Ela também retrata o perfil do consumidor brasileiro que já assimilou o smartphone como parte da sua rotina e como um instrumento importante para se comunicar e acessar a internet.

Anteriormente, pesquisas e compras online aconteciam basicamente por meio dos desktops. Porém, com a popularização dos novos dispositivos, as pessoas passaram a usar os smartphones e tablets para consultar informações, buscar referências e comprar de qualquer lugar.

Contar com um site ou blog responsivo é fazer com que seu site consiga alcançar seu público onde quer que ele esteja.

Por exemplo, um acordo comercial pode ser frustrado simplesmente porque um consumidor potencial não conseguiu acessar ou consultar informações de um negócio pelo celular.

Dessa forma, o design responsivo é bastante importante para atrair e captar essas pessoas que utilizam seus smartphones e tablets para navegar na internet. E, como mostramos, eles já ultrapassam mais da metade da população brasileira.

Razões para ter site ou blog responsivo

As vantagens de um design responsivo vão além de garantir usabilidade e boa experiência ao usuário. Ele possibilita outros diferenciais estratégicos para quem busca uma presença digital sólida. Confira quais são:

1. Experiência do usuário

O Google Think Insights — mais uma ferramenta de dados da gigante da internet — aponta que, se uma pessoa acessar uma página por dispositivo móvel e não encontrar o que deseja, há 61% de chances de que ela desista e recorra a outro site.

Porém, caso ela tenha uma experiência positiva e consiga encontrar o que procura, há 67% de chances de que ela consuma seu conteúdo. Assim, é muito importante assegurar uma boa experiência para os usuários.

2. Mercado em crescimento

De acordo com a Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), em abril de 2017, o Brasil contava com 198 milhões de smartphones em uso — um crescimento de 17% em relação a 2016. A expectativa, conforme o estudo, é de que, até outubro deste ano, o número de smartphones ativos no país chegue a 208 milhões.

E não para por aí! A FGV aponta que, nos próximos dois anos, o Brasil contará com 236 milhões de smartphones: um crescimento de 19% em relação ao cenário atual. Já imaginou o impacto para um site que não consegue se relacionar com esse público?

3. Velocidade de carregamento

Você certamente já desistiu de visitar um site ou blog porque ele demorou a carregar. Quando isso acontece, a tendência é que as pessoas procurem outros endereços em que consigam acessar o conteúdo desejado.

Essa demora no carregamento não é um problema exclusivo da conexão de internet. Um site ou blog desenvolvido apenas para desktop terá uma velocidade de carregamento muito baixa nos dispositivos móveis. A solução para isso é contar com um design responsivo.

Além disso, a velocidade de carregamento também é um dos fatores de ranqueamento do Google. Isso acontece porque o buscador considera que a demora em abrir uma página prejudica a experiência do usuário.

4. Baixa taxa de rejeição

A experiência do usuário é bastante importante para que o site ou blog traga bons resultados.

A taxa de rejeição mostra a quantidade de pessoas que acessaram uma página da internet, mas não tiveram nenhuma interação com ela. E ninguém quer isso para a sua página.

Contar com site ou blog responsivo ajuda a diminuir essa taxa de rejeição e incentivar que os usuários se relacionem com a sua página, o que aumenta as chances de conquistar novos leitores (fãs e clientes) e fechar mais vendas.

5. Aumento da taxa de conversão

As pessoas navegam na internet pelos seus celulares. Portanto, quando produzir materiais para download, é necessário inseri-los em landing pages responsivas. Afinal, elas podem chegar a esses materiais pelo dispositivo móvel e podem não conseguir baixá-los.

As chances de alguém ligar o desktop para fazer o download é extremamente baixa. Então, para não perder leads, é  interessante apostar sempre em páginas responsivas.

6. Aumento das vendas

O relatório Digital, Social & Mobile 2015 registra que 15% dos brasileiros que acessaram a internet por meio de dispositivos móveis fizeram alguma compra nos últimos 30 dias.

Esse número já representa metade da taxa de compra online feitas pelo desktop — que está em 36%. Porém, se pensarmos que o uso de smartphones está crescendo, a sua influência na rotina das pessoas também tende a crescer. Logo, mais pessoas passarão a utilizá-los para fazer suas compras.

Nenhuma empresa quer ficar fora de um mercado em crescimento, sobretudo quando ele pode ter um impacto determinante em seu volume de vendas.

7. Posicionamento no Google

Ao longo desses tópicos, mostramos como a experiência do usuário e o comportamento do site ou blog podem influenciar no posicionamento do Google. Logo, design responsivo contribui de maneira determinante para que a página na internet tenha um ranqueamento melhor.

Poucas pessoas vão além das primeiras páginas da busca no Google. Assim, contar com site ou blog responsivo é um passo para alcançar as colocações iniciais nos resultados de pesquisa.

Gostou desse artigo sobre a importância de se contar com site e blog responsivo? Então confira também este texto sobre como Game of Thrones pode ajudar o seu blog!

Conheça 6 plugins para WordPress indispensáveis em 2017

O WordPress é um dos mais conhecidos sistemas de gerenciamento de conteúdo para sites — ou no inglês, Content Management Systems (CMS). Essa popularidade pode ser explicada por conta das possibilidades de customização que ele tem. Muitos dos recursos que permitem a personalização são nativos do sistema, mas outros tantos são resultados da instalação de plugins do WordPress.


Aproveite para descansar os olhos e ouça esse conteúdo! Clique no play acima!

Plugins são elementos complementares que modificam ou agregam novas funcionalidades a um site que utiliza esse sistema de gestão de conteúdo. No entanto, há um problema nesse contexto. São muitas alternativas. Então, os usuários do WordPress acabam tendo muitas dúvidas sobre quais os melhores plugins a serem usados em seus sites.

Vamos te auxiliar nesse problema! Reunimos neste post 6 plugins que, em 2017, acreditamos serem indispensáveis para qualquer site. Veja abaixo!

6 plugins para WordPress 2017 que não podem faltar no seu blog

1. SEO Yoast

O bom posicionamento nas páginas de pesquisa do Google. Esse é um dos principais objetivos de qualquer empresa que desenvolve um site. A análise de SEO não é uma função nativa do sistema WordPress e para isso o SEO Yoast é um dos melhores plugins do momento.

Ele possui algumas configurações complexas para a análise de SEO do site como um todo. Porém, a melhor funcionalidade é, sem dúvidas, o auxílio para a otimização dos conteúdos publicados. Ele gera uma espécie de checklist que mostra tudo o que pode ou precisa ser melhorado a partir da palavra-chave escolhida.

2. Akismet

O spam nos comentários é um dos maiores problemas enfrentados por donos de blogs. O Akismet é o plugin mais eficiente para proteger o site contra esta prática abusiva. Afinal de contas, esses comentários prejudicam a imagem do blog, além de comprometerem significativamente a velocidade do site.

3. W3 Total Cache

Toda vez que um usuário acessa seu site, alguns dados das páginas ficam armazenados na memória cache do navegador para que, no próximo acesso, o carregamento seja mais rápido.

O plugin W3 Total Cache facilita esse armazenamento, já que nem sempre ele acontece por uma configuração padrão do CMS. Dessa maneira, ele armazena todos os aspectos do blog na memória cache e, com isso, aumenta consideravelmente a velocidade de carregamento do site.

4. Jetpack

Este é um dos plugins do WordPress com mais recursos úteis para o site. Alguns desenvolvedores até o conhecem como uma coleção de funcionalidades surpreendentes e úteis para gestores de sites.

A partir de configurações simples de executar, o Jetpack simplifica a gestão do site e fornece estatísticas sobre os visitantes, melhorias na segurança, além da oferta de recursos para acelerar imagens e ajudar na obtenção de mais tráfego.

5. Contact Form 7

Todo site que se preze precisa de uma área de contato onde os visitantes possam enviar mensagens para os administradores da página. O Contact Form 7 é o plugin do WordPress ideal para inserir facilmente formulários de contato no site.

Com ele é possível gerenciar vários formulários diferentes com diversos níveis de personalização e todas as características necessárias para sua página de contato.

6. WP Smush

O tamanho dos arquivos de imagens de um site é um dos fatores que mais influencia negativamente na velocidade de carregamento das páginas. O WP Smush é um plugin que permite que você otimize as imagens do site de uma forma rápida e prática.

Para as imagens que já foram carregadas no site, ele permite que você reduza o tamanho de várias delas ao mesmo tempo. Para aquelas que ainda serão carregadas após a instalação do plugin, ele as configura e otimiza já no carregamento.

Saber escolher os plugins do WordPress corretos na hora de desenvolver seu blog é essencial para garantir uma maior chance de sucesso do site. Os exemplos que citamos aqui são alguns dos plugins indispensáveis para essa jornada. Para saber mais dicas como essas para o sucesso de seu site, curta também a nossa página do Facebook!